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Não viva ao contrário!

Categoria: Saúde
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Não viva ao contrário!

Muitos são os parâmetros que cabem no tema da saúde e que, frequentemente, são menosprezados enquanto premissas para uma salutar vivência. Por exemplo, a insanidade mental é algo que afecta um crescente número de pessoas, pelas mais variadas razões, quer genéticas, quer circunstanciais, quer ambientais, mas a tendência é de subvalorizar e ignorar um sofrimento que, a ser reconhecido, não diz respeito apenas ao próprio e exige uma tomada de posição e um encetar de procedimentos que dão trabalho e apelam a responsabilidades. A recusa de uma realidade pode afigurar-se, num primeiro momento, como o caminho mais fácil; a questão é que os problemas não ficam em stand by à espera que se adquira coragem para os enfrentar. Em muitos casos são progressivos, e, perante a ignomínia de familiares e até de profissionais não especializados, apresentam desfechos que se poderiam evitar ou, no mínimo, amaciar.

A visão é outro dos elementos descurados. É sabido que as listas de espera para consultas e cirurgias urgentes dão para desesperar, e que a maioria dos indivíduos que delas dependem são reformados ou pensionistas cujos rendimentos não chegam sequer para os remédios diários… E entretanto, a diminuição da qualidade de vida engrossa a lista das tristezas de quem devia ver os seus cabelos brancos um pouco mais respeitados. Se a mentira compulsiva e as promessas sem fundamento, e, mais grave, sem cumprimento, fossem doença, não haveria politico que se aguentasse para lá da campanha eleitoral! Onde é que já se viu chegar-se ao cúmulo de uma lente de contacto custar os olhos da cara?! Alguém podia encomendar um rastreio geral à classe política…

Os dentes, que alguns teimam em mostrar, embora, por vezes, escondendo um sorriso amarelo, são, amiúde, cartão de visita de uma boca povoada de cáries, tártaro, placa bacteriana e buracos tão profundos que podem ser confundidos com escavações arqueológicas! Dado que os dentistas, não levando «couro e cabelo», levam dentes e dinheiro, MUITO dinheiro, a optar por não fazer um contrato testamentário, numa espécie de pagamento póstumo da obra realizada em tempo real, não resta senão deixar que o “marfim” estragado caia de podre. Esta podridão, porém, é passível de acarretar complicações sérias, entre as quais figuram ataques cardíacos. Pois é, o coração não sofre modificações somente após sentimentos transmitidos ao cérebro: também não se compadece com infecções prolongadas e recorrentes…

Para preservar o bom funcionamento deste órgão vital, afastando dele doenças susceptíveis de intervenção por parte de algum “faquir cirúrgico”, é aconselhável alimentar-se correctamente, eliminar ou reduzir o stress, ter algum tipo de actividade física e dormir bem. Há muita gente que dorme ao contrário, ou seja, tem insónias. Não queira viver ao contrário…

Maria Bijóias

Título: Não viva ao contrário!

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A arte de trabalhar a madeira

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Tema: Serviços Construção
A arte de trabalhar a madeira\"Rua
A carpintaria constitui, digamos assim, a arte de trabalhar a madeira. É claro que, de acordo com o produto final, se percebe bem que uns carpinteiros são mais artistas do que outros…

Às vezes nem se trata tanto dos pormenores, mas mesmo de desvirtuar o que era a ideia inicial e constava da encomenda. Mal comparado, quase se assemelha à situação daquela aspirante a costureira que pretendia fazer uma camisola para o marido e, no fim, saíram umas calças!

Na construção civil, a madeira é utilizada para diversos fins, temporários ou definitivos. Na forma vitalícia (esperam os clientes!) incluem-se estruturas de cobertura, esquadrias (portas e janelas), forros, pisos e edifícios pré-fabricados.

Quase todos os tipos de madeira podem ser empregues na fabricação de móveis, mas alguns são preferidos pela sua beleza, durabilidade e utilidade. É conveniente conhecer as características básicas de todas as madeiras, como a solidez, a textura e a côr.

Ser capaz de identificar o género de madeira usado na mobília lá de casa pode ajudar a determinar o seu real valor. Imagine-se a possibilidade de uma cómoda velha, que estava prestes a engrossar o entulho para a recolha de lixo, ter sido feita com o que hoje se considera uma madeira rara.

É praticamente equivalente a um bilhete premiado do Euromilhões, dado que se possui uma autêntica relíquia! Nestes casos, a carpintaria entra na área do restauro e da recuperação. Afinal, nem tudo o que é velho se deita fora…

Por outro lado, as madeiras com textura mais fraca são frequentemente manchadas para ganhar personalidade. Aqui há que remover completamente o acabamento para se confirmar a verdadeira natureza da madeira.

É assim também com muita gente: tirando a capa, mostram-se autenticamente. Mas destes, nem um artificie com “bicho-carpinteiro” consegue fazer nada…!

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Comentários

  • Luene ZarcoLuene

    23-09-2014 às 13:23:35

    Uma excelente técnica que penso ser muito bonito e sofisticado. A arte de trabalhar madeira está sempre em desenvolvimento e crescimento.

    ¬ Responder
  • Rua DireitaRua Direita

    01-06-2014 às 05:18:46

    É ótimo o trabalho com a madeira. Pode-se perceber grandes obras que se faz com ela. Realmente, é uma verdadeira arte!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

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