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Tenha uma boa digestão

Categoria: Saúde
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Tenha uma boa digestão

Cada dente tem uma função específica na mastigação e a ausência de apenas um dente pode causar prejuízo ao processo digestivo. Enquanto os incisivos e os caninos servem para portar e dilacerar o alimento, os pré-molares e os molares trituram e moem. A pessoa que não mastiga direito engole pedaços maiores e mais difíceis de serem digeridos, sobrecarregando o estômago. Com o tempo, isso pode causar azia, refluxo, gastrite e outros problemas gastrointestinais. O enfraquecimento dos dentes devido a traumas (acidentes) ou a perda óssea são fatores que agravam este quadro e a cometem principalmente os idosos.

Segundo o cirurgião dentista e estomatologista, é comum o paciente tentar compensar a falta de um determinado grupo de dentes, forçando mais a mandíbula ou mastigando apenas de um lado, o que causa a chamada mordida torta. As conseqüências são dores de cabeça dores musculares na região do pescoço e desgastes dos dentes. Em muitos casos, a melhor solução é optar pelo uso de prótese dentaria. “contudo, ela tem que ser de boa qualidade e bem ajustada a boca do paciente, do contrario pode comprometer a mastigação e agravar ainda mais o problema”, a pessoa que não possui todos os dentes em boas condições, acaba evitando certos alimentos em essenciais a saúde, como carnes, verduras cruas e frutas, devido a dificuldade em mastigar. Isso limita a dieta aos alimentos moles ou pastosos como mingau, sopas ralas e legumes muito cozidos causando deficiência de vitaminas e nutriente. É importante incluir no cardápio do dia a dia prato com couve-flor, brócolis (que ajuda a prevenir o câncer de estômago), cenoura e beterraba, ricas em vitamina A. entre as frutas não podem faltar pêra e maça, que facilita a digestão, e manga uma boa fonte de fibras. Para os idosos ou aqueles indivíduos que perderam um ou mais dentes, o ideal é procurar o dentista que irar indicar a prótese mais adequada.

A função dos dentes é dividida em quatro grupos distintos, cada um com sua tarefa específica. Vejam quais são eles: incisivos: são os quatros dentes da frente, que dão inícios ao processo de mastigação e têm a função de cortar o alimento. Caninos: quatro dentes localizados aos lados dos incisivos. São maiores e mais fortes dentes da boca e servem para dilacerar. Pré-molares: formam quatro pares de dentes (oito no total), que se localizam logo após os caninos. Muito parecidos com os molares, o trabalho deles é triturar o alimento, deixando-o em porções menores. Molares: são os últimos dentes da boca distribuídos em quatro conjuntos de três dentes (doze no total). São responsáveis pela fase final da mastigação, moendo o alimento, antes da deglutição.

Waldiney Melo

Título: Tenha uma boa digestão

Autor: Waldiney (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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