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Sepse: A doença que mais mata no mundo! Como se proteger?

Categoria: Saúde
Sepse: A doença que mais mata no mundo! Como se proteger?

Nos últimos anos, a sepse foi registrada como a maior causa de mortes entre individuos internados em hospitais espalhados por todo o globo terrestre. Os dados epidemiológicos mostraram que o número de casos da doença poderá ultrapassar 1 bilhão até 2020.


A sepse, também conhecida como “infecção generalizada” é considerada uma síndrome metabólica gerada pela resposta inflamatória natural do organismo após contato com microrganismos como vírus, fundos ou bactérias. Porém, o sistema imunológico age de forma intensa, provocando uma resposta infamatória exagerada aos agentes infecciosos, a expressão exagerada de fatores inflamatórios torna o organismo tóxico, alterando funções fisiológicas básicas para manutenção da vida, podendo levar o paciente a disfunção múltipla de órgãos em poucas horas após o desenvolvimento da síndrome.


A sepse é uma doença altamente incapacitante, provoca distúrbios neurológicos graves, lesiona órgãos e gera quadros infecciosos graves recorrentes em quem já teve a doença. O diagnóstico é baseado na avaliação de disfunções orgânicas cardiorrespiratórios e neurológicos, exames laboratoriais confirmam e identificam o nível da disfunção, enquanto exames microbiológicos apontam o agente causador.


As maiores vítimas são pessoas que possuem doenças preexistes como Diabetes, doenças renais, cardíacas, consequentemente a junção desses problemas, levam os idosos a serem os mais atingidos, porém, qualquer pessoa que possua esses fatores de risco correm o risco de permanecerem internados, a internação tem grande relação com os casos de sepse que atinge em média 80% dos pacientes nessas condições.


Com base nas doenças preexistes, é importante lembrar que a má alimentação e a falta de exercício físico são as principais causas de doenças do coração, inicialmente através do aumento do colesterol, triglicérides até a geração de placa aterosclerótica, o diabete tipo 2 sob influência de fatores genéticos também pode ser desenvolvido paralelamente ou consequentemente pelo mesmo mecanismo das doenças do coração, assim como os problemas renais.


A combinação da tendência mundial ao desenvolvimento de doenças por maus hábitos juntamente com o fenômeno de envelhecimento mundial e a realidade que a sepse apresenta hoje, são considerados uma ameaça tão grande a saúde púbica e a economia dos países, que congressos internacionais buscam soluções para minimizar futuros impactos tendenciais.


Viviane Silva

Título: Sepse: A doença que mais mata no mundo! Como se proteger?

Autor: Viviane Silva (todos os textos)

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Comentários - Sepse: A doença que mais mata no mundo! Como se proteger?

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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