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Como aumentar as suas Poupanças

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Serviços
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Como aumentar as suas Poupanças

A actual conjuntura obriga a que as pessoas pensem um pouco mais no seu futuro e dos seus descendentes. Deste modo o ideal é economizar todos os meses um pequeno montante e rentabilizá-lo da melhor forma.

Repartir os investimentos por mercados exteriores ao euro, aumenta as possibilidades de obter ganhos.
Mesmo em quantias modestas, o pequeno investidor pode beneficiar de todas as vantagens da bolsa de valores. O importante é apostar num fundo de investimento rentável.

Apesar dos riscos. o potencial de ganhos a longo prazo é superior ao das aplicações tradicionais, tal como os depósitos a prazo.
Por outro lado têm uma relativa facilidade de subscrição e resgate, montantes reduzidos e elevado grau de diversificação.
A subscrição a longo prazo, multiplica as suas poupanças e limita os riscos inerentes.




Para eleger os melhores fundos, é necessário antes de mais um aconselhamento dos mercados junto da instituição financeira. E, ainda quais os reúnem melhor relação entre rendimento e risco.
A sua escolha tem por base os níveis de cotação, o risco, as perspectivas de crescimento económico e as taxas de juro e de câmbio.
De entre as melhores acções destacam-se as acções do Reino Unido, EUA, obrigações suecas e fundos da França, Alemanha e Suiça.

Neste momento os mercados de maior preferência são o americano, o sueco, britânico, canadiano e suíço. Depois é só encontrar dentro da categoria os fundos com maior desempenho.

A taxa de rentabilidade de acções e fundos, depende da evolução dos mercados e e da conjuntura. Para minimizar os riscos o melhor é a diversificação por vários. A escolha deve também recair nas obrigações dos países referidos anteriormente.
Para quem não gosta de investir a longo prazo, o ideal são os depósitos a prazo, que não têm riscos associados.

As taxas de juro oferecidas pelos bancos variam muito, o que permite uma maior liberdade de escolha e de rendimentos. Pode optar-se por fazer uma simulação de cada produto e só depois aplicar.

O ideal é aplicar nos depósitos dez por cento do ordenado ou dos rendimentos. Como o custo de vida subiu ultimamente há uma maior dificuldade em poupar esse valor, no entanto cabe a cada um arranjar a melhor solução,poupando na luz, água, transportes ou roupa. Há várias tarifas e preços à escolha para minimizar as contas e deixar algum de lado.

Optar por electrodomésticos que reduzem a energia, tal como as máquinas de lavar roupa, loiça e secar, aspirador e tipo de energia e respectiva tarifa, ajuda a poupar bastante.

Para quem quer investir a longo prazo, deve apostar no mínimo cinco anos, estratégia que permite evitar os riscos. estes são mais típicos dos investimentos de curto prazo.
Ao subscrever-se um conjunto de produtos recomendados, reduz-se o perigo sem limitar a rentabilidade dos mesmos. Nunca se deve aplicar mais de vinte por cento do dinheiro que possivelmente se tenha.

O lema de diversificar para sobreviver é hoje em dia muito importante,mesmo que seja pouco.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Como aumentar as suas Poupanças

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Comentários     ( 5 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    26-08-2014 às 00:42:16

    Não se pode gastar tudo que ganha. É preciso guardar uma parte do seu rendimento, para então usá-la quando necessitar ou quando comprar algo queira ou fazer a tão sonhada viagem. Acredito positivamente que isso é possível: aumentar as poupanças!

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    29-05-2014 às 23:44:52

    Antigamente, não pensava o quão vantajoso é poupar o dinheiro trazendo grandes benefícios à vida. Só fato de poupar todo mês já demonstra que a pessoa tem um propósito para o futuro e visão de crescimento, além de trabalhar a disciplina!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoAlmeida

    15-05-2012 às 14:28:12

    Qual o mercado que já lhe rendeu mais dinheiro?

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoJosé

    14-05-2012 às 11:22:34

    Boas ideias e sugestões

    ¬ Responder
  • Teresa Maria Batista GilTeresa Maria Baptista gil

    14-05-2012 às 13:47:17

    Do pouco se faz muito José

    ¬ Responder

Comentários - Como aumentar as suas Poupanças

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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