Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Serviços > Marés, espuma e sangue

Marés, espuma e sangue

Categoria: Serviços
Marés, espuma e sangue

Olhar para o mar, sentir a agua salgada e pensar porque não deslizar sobre os sete mares e descobrir novos horizontes. Foi assim que pensaram os nossos antepassados, criaram, e inventaram algo que começou a planar sob os mares. Segundo estudos e achados arqueológicos eram canoas de troncos, algo muito rudimentar. Inicialmente eram um grande auxílio no que tocava as trocas comerciais.

Permitia a ligação com locais de difícil acesso onde o barco era o único meio possível de atingir esses locais. Desde que foi inventado tornou-se cada vez mais trabalhado, mais complexo e constituído de madeira mas também com outros materiais. Foram vários os barcos que ficaram na história. Segundo a bíblia, Noé construiu uma arca de madeira colossal onde transportou um casal de cada espécie que navegou durante o grande diluvio.

Mas mais barcos ficaram na história, nem sempre a biografia deste meio de transporte teve sempre dias favoráveis. Nem sempre os testes corriam bem, nem sempre se conseguia aliar as leis da física e geometria que faziam flutuar e mover os barcos pela água. Era uma guerra interminável entre as criações do homem e as leis da natureza. Grandes barcos ficaram para a história, famosas recordações que ficaram para a eternidade lembradas por diversas razoes.

Os descobrimentos foram um grande marco na história e foi graças a este meio cada vez mais evoluído que permitiu este grande passo. A sede de descoberta foi demasiado desmedida. Camões escreveu "Deus quer o homem sonha a obra nasce". O sonho tornou-se realidade, desvendaram mitos, arrancaram verdades dos sete mares, rasgaram horizontes, descobriram o mundo. Pioneiros nos mares, corajosos enfrentaram os seus medos, rumaram ao desconhecido. Foram inúmeros anos em que a saída de barcos a descoberta era incessável.

Muitos morreram na conquista dos novos horizontes, muitos outros provaram a glória desses anos de ouro. Começou-se a conhecer o mundo tal como o conhecemos. Os barcos que ficaram imortalizados nestes descobrimentos foram as caravelas portuguesas, ficaram imortalizadas no tempo como os barcos que descobriram o planeta de lés-a-lés.

Mas por outro lado, muitas vidas se perderam, muitos barcos se afundaram. Muitos gigantes dos mares foram criados, autênticos palácios que guiavam pelos mares milhares de pessoas. Mas muitos deles acabaram em tragedia. O mais destacável, imortalizado e que ninguém vai esquecer é sem dúvida o Titanic. Parecia uma miragem colossal, luxuosa e segundo muitos inafundável. Mas o contrário acabou, infelizmente por acontecer.

Aquele que se dizia inafundável revelou-se um dos maiores desastres marítimos. O choque contra o iceberg e as águas frias do árctico, foram uma soma de factores que vitimaram milhares de pessoas naquelas águas gélidas. Muitos mais foram os desastres e não só nos podemos referir a perdas humanas mas a desastres petrolíferos que derramaram águas e orlas continentais que destruíram e puseram em risco muitos animais que se viram encurralados naquelas marés negras.

Muitos são os barcos que se contam nestas situações, ao longo dos tempos muitos foram os pesadelos que tornaram este sonho dos mares. Entre os naufrágios notáveis, podem-se citar o “Blanche-Nef”, o “Medusa” e o “Lancastria. Muitas vidas se perderam, muitos ecossistemas se destruíram mas com o passar dos anos e olhando para traz, esses pesadelos são apenas isso. O maior derramamento de petróleo de um navio foi o do “Atlantic Empress”em 1979 lançou 287 mil toneladas de petróleo no mar.

Hoje os barcos são cada vez mais refinados, sendo cada vez menor a probabilidade de acontecer algum desastre mas porém não é impossível. Obviamente que os acidentes continuaram a acontecer nos sete mares, é improvável determinarmos quando mas irão continuar a ocorrer. Mas uma coisa é certa, apesar de todo o que este objecto tem para contar na sua biografia e um meio que hoje e desde a sua história continua a sua utilização cada vez mais massiva, cada vez mais utilizada tanto para transporte de pessoas como de mercadorias cruzando os mares.

Hoje, olhamos para um porto e vemos desde pequenos barcos a motor, alguns mais arcaicos e rudimentares ainda a remos mas por outro lado o luxo e a refinação dos gigantes dos mares. Autenticas atracções aos olhos humanos que se exaltam com a grandiosidade de tal invenção.


Rua Direita

Título: Marés, espuma e sangue

Autor: Rua Direita (todos os textos)

Visitas: 0

611 

Comentários - Marés, espuma e sangue

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Um sinal de compromisso

Tema: Jóias Relógios
Um sinal de compromisso\"Rua
Exibir uma aliança de compromisso é, frequentemente, motivo de orgulho e, quando se olha para ela, vai-se rodando-a no dedo e fica-se com aquela expressão ridícula na cara.

Uma questão se coloca: qual a razão de estas alianças de compromisso serem tão fininhas: será porque os seus principais clientes, os jovens, são sujeitos de poucas posses (tendendo as mesadas a emagrecer ainda mais com a crise generalizada) ou porque esse compromisso, não obstante a paixão arrebatadora, é frágil e inseguro?

Sim, porque aqui há que fazer cálculos matemáticos: x compromissos vezes y alianças…com um orçamento limitado sobre um fundo sentimental infinito…

Depois, importa perpassar os tipos destas alianças. Há as provisórias, que duram em média quinze dias; há as voadoras, que atravessam os ares à velocidade da luz quando a coisa dá para o torto; há as que insistem em cair do dedo, sobretudo em momentos em que ter um compromisso se revela extremamente inoportuno; e depois há as residentes, que uma vez entradas não tornam a sair.

Os pombos-correios usam anilhas onde figuram códigos que os identificam. Talvez não fosse completamente descabido fazer umas inscrições deste género em algumas alianças de compromisso por aí…

Só para ajudar os mais esquecidos a recordarem a que “pombal” pertencem.

Pesquisar mais textos:

Rua Direita

Título:Um sinal de compromisso

Autor:Rua Direita(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários

  • Luene ZarcoLuene

    22-09-2014 às 05:46:10

    Um sinal de amor e lealdade perpétua! Adoro ver os vários modelos de aliança! Vale a pena escolher uma bem bonita!

    ¬ Responder

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios