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Dicas para obter uma melhor apresentação em powerpoint

Categoria: Informática
Dicas para obter uma melhor apresentação em powerpoint

O powerpoint é um excelente recurso de apresentação de slides e certificados. Através desse programa são realizados muitos trabalhos científicos, empresariais e educacionais. Além de também serem muito utilizados para a criação de mensagens virtuais. Uma ótima apresentação em powerpoint exige criatividade, simplicidade, autenticidade e, principalmente, objetividade. O powerpoint não é um editor de texto, logo não é apropriado inserir grande quantidade de caracteres nele. O que se vê constantemente, principalmente em apresentações acadêmicas é um excesso de informações nos slides, tornando-os cansativos, pesados e nada atraentes.

O objetivo de uma apresentação de slides é conquistar a plateia na qual se pretende apresentá-lo. Para o sucesso da apresentação são necessários cuidados com o layout, utilização de cores e imagens adequadas, assim como o uso de fonte de estilo, cor e tamanho apropriados. Para uma boa apresentação, simplicidade é a palavra chave. Excesso só garantirá mau êxito. Antes da criação do trabalho é necessário observar o público-alvo da apresentação. É importante ter uma ideia dessa plateia para utilizar recursos que conquistarão esse público e que trarão informações realmente significativas a esse grupo. Com isso é fundamental também estar ciente do que se pretende apresentar, deixando o acessório de lado e se empenhando no fundamental. Dominar o conteúdo que será apresentado é imprescindível para o sucesso da apresentação. O powerpoint é um recurso multimídia que não substitui o conhecimento humano em uma apresentação local. As ideias tanto devem estar inseridas na apresentação humana, como na apresentação dos slides de forma cronológica gradual e dinâmica para evitar a repetição e a fadiga ao longo da apresentação. É preciso estar atento ao que se pretende com o trabalho. Se é um trabalho expositivo, informativo ou persuasivo. Esse recurso dá várias possibilidades para se chegar ao objetivo final.

O uso dos slides em powerpoint é indicado para todos as apresentações, cabe a plateias de tamanhos variados, dependendo apenas da iluminação e da amplidão que garanta a legibilidade da tela. É preciso arquitetar com astúcia a apresentação estando ciente de que o público primeiro observará as imagens, depois as legendas e por fim o texto em si. A dica é padronizar a apresentação com o mesmo posicionamento de logotipos, títulos e subtítulos ao longo da apresentação. É visualmente mais atrativo não utilizar toda a extensão do slide, ser conciso nas informações e no uso de citações, evitar o excesso de caixas de texto e linhas. Usar recursos como gráficos, tabelas e diagramas é indicado. A opção por fundos escuros garante mais atenção ao palestrante ou apresentador do trabalho. O uso das fontes deve ser observado, pois nem todos os computadores têm as mesmas fontes, logo é mais apropriado usar fontes mais comumente utilizadas que serão encontradas em todos os computadores. Fontes mais desenhadas apresentam mais dificuldade na leitura.

As cores também são indicativos de sucesso ou insucesso em uma apresentação. O uso excessivo de cores ou a utilização de cores vivas ou quentes geram uma má impressão. Essas cores causam agitação no público. Caso na apresentação conste um logotipo, uma boa dica é usar cores que combinem com essa imagem. O uso de animações é um ótimo recurso de descontração, mas é contra-indicado para trabalhos que exijam mais seriedade. É importante também que o trabalho não seja muito extenso a fim de não dispersar a plateia. Seguindo essas dicas fica mais fácil criar apresentações mais atraentes, simples e criativas que atinjam seus objetivos e encantem o público.

Rosana Fernandes

Título: Dicas para obter uma melhor apresentação em powerpoint

Autor: Rosana Fernandes (todos os textos)

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Imagem por: Eva Abreu

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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