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Qual é a melhor época para reformar a casa?

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Qual é a melhor época para reformar a casa?

Quem não gostaria de reformar ou redecorar a casa? Mas, essa tarefa muitas vezes não é nada fácil. Para fazer a reforma da casa é preciso avaliar vários fatores, por isso é indispensável fazer um planejamento antes de dar início às obras. Pensando nisso, veja algumas dicas que irão ajudar você a esclarecer suas dúvidas e à saber qual é a melhor época para reformar a casa.

Qual é a pior época para reformar a casa? A época do verão não é a mais indicada para começar a fazer as reformas. E isso ocorre devido ao aumento da procura da mão de obre e materiais de construção. Além disso, a temporada de chuvas também pode prejudicar o andamento da obra.
Como explicou um arquiteto chamado Gabriel Garbin: Para poder dar início as obras na época mais quente no ano, é preciso estar preparado para lidar com os contratempos e inconvenientes provocados pela alta procura de materiais para construção.
Nesta época do ano, graças a maior procura, os preços da mão de obra e dos materiais de construção tendem a ser mais altos, o que consequentemente irá aumentar os gastos durante a reforma. As pessoas que desejam reformar somente os móveis e a decoração, esse também não é o melhor período.

Então, qual é a melhor época para reformar a casa? O começo do ano é a melhor época dar início às reformas ou redecorar a casa. Nesta época, os preços dos materiais para construção, móveis, decoração e mão de obra ficam menores. Além disso, neste período os bancos e as lojas tendem a reduzir as taxas de juros para financiamento e também para as compras de materiais, visando movimentar o mercado.

Dicas para dar início à reforma:
- Ante de começar a reforma, é preciso fazer um planejamento dos gastos e formas de pagamentos.
- Nunca deixe de fazer uma pesquisa de preços em diversas lojas de materiais para construção e também da mão de obra. Assim é mais fácil para evitar o excesso de gastos.
- A maneira de comprar materiais para a reforma é a vista.

Por fim, a reforma da casa precisa ser realizada com organização e planejamento para evitar possíveis transtornos e gastos excessivos. E a melhor época para dar início às obras é no começo do ano, pois os custos dos materiais e mão de obra são mais baixos. No momento de adquirir os materiais é preciso pesquisar muito bem os preços e evitar dívidas, por isso, é recomendável recorrer à orientação de um profissional especializado no assunto, ou seja, de um arquiteto.


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Título: Qual é a melhor época para reformar a casa?

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    23-09-2014 às 13:20:46

    Certamente, a melhor época é quando temos uma boa grana, já pesquisamos o melhor preço, o clima está propício, sem chuva e temos as pessoas certas para a obra.

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    01-06-2014 às 04:40:57

    Boas dicas! É sempre bom fugir dos altos preços de materiais nas épocas em que a procura é enorme, então, avaliar o mercado, pesquisar preços e ver quanto poderá investir na casa é uma boa alternativa!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Qual é a melhor época para reformar a casa?

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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