Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Informática > Memória RAM: O que é?

Memória RAM: O que é?

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Informática
Visitas: 6
Memória RAM: O que é?

Para que o computador funcione e realize diversas atividades, são necessários vários componentes diferentes trabalhando em conjunto. Você já deve ter ouvido falar que o processador funciona como um cérebro para o computador, mas ele não possui uma grande memória.

Dessa forma, a RAM é a responsável para guardar temporariamente as informações importantes que o processador irá utilizar ou está utilizando em determinada tarefa, fazendo com que seja executada com maior rapidez. Esclarecendo, qualquer aplicativo que será executado necessitará guardar alguns arquivos e informações em algum lugar, para isso existe a memória RAM.

Com funciona
Um detalhe entre a memória RAM e as demais existentes é que ela armazena dados e informações temporariamente, diferente dos HDs e memórias flesh. Quando você desligar seu computador, tudo que estava guardado na RAM será apagado. Quando ligá-lo outra vez, a memória estará livre e começará a guardar informações novamente, repetindo o ciclo.

Além disso, ela também possui um sistema de armazenamento diferente das outras memórias. Ela não guarda as informações em uma sequência específica, mas sim aleatoriamente. Isso faz com que as tarefas ocorram mais rapidamente, pois os outros periféricos do computador poderão utilizar qualquer informação de seu conteúdo facilmente.

Velocidade e Qualidade

Quanto mais memória RAM seu computador tiver, mais programas você poderá utilizar ao mesmo tempo. Para quem gosta de jogos, isso é fundamental, pois esse tipo de aplicação sempre necessita guardar muitas informações enquanto está funcionando, trabalhando em conjunto com o processador e a placa de vídeo.

Como a RAM é utilizada para armazenamento temporário, não é necessário à capacidade que os atuais HDs possuem. A escolha dessa característica vai de acordo com os softwares que serão utilizados e o sistema operacional da máquina em questão, tendo em vista que programas e sistemas mais robustos necessitaram de maior capacidade da memória.

Outro fator sobre a RAM é a velocidade com que as informações são gravadas e lidas nela. Essa característica é medida em Mhz ou GHz e quanto maior essa especificação, mais rápido será a gravação e leitura das informações contidas nela.

Padrão de memórias RAM

Conforme a evolução da tecnologia, o padrão DDR também evoluiu, sendo hoje mais popular o DDR3. Esse é o utilizado pelas memórias RAMs. Se você não sabe exatamente o que significa esse padrão, confira um artigo no ruadireita que explica isso de forma clara e objetiva.
O próximo padrão que está sendo desenvolvido é o DDR4, que será superior ao DDR3. Muitos outros aparelhos e hardwares utilizam esse padrão de memória, como as placas de vídeo e rede, notebooks, smartphones e outros.


Lucas Souza

Título: Memória RAM: O que é?

Autor: Lucas Souza (todos os textos)

Visitas: 6

639 

Comentários - Memória RAM: O que é?

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Ler próximo texto...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

Pesquisar mais textos:

Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios