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Personal shopper

Categoria: Serviços
Visitas: 16
Comentários: 5
Personal shopper

Para quem não dispõe de tempo para fazer suas compras, ficar horas enfrentando filas, ou mesmo não gosta de andar de loja em loja para escolher o que quer e deseja, não precisa mais se esforçar para passar por isso. O personal shopper realiza todas essas tarefas de forma personalizada, seus serviços oferecidos vão além de fazer compras, o que certamente já seria uma vantagem, pois o contratante fica com mais tempo livre diante do pouco que tem.

O personal shopper, não se limita apenas em fazer as compras, claro que para ir às compras para uma pessoa, o profissional precisa fazer uma análise, conhecer o perfil do cliente, seus gostos e preferências, fazer um estudo do estilo pessoal para que então possa personalizar e comprar como se fosse a própria pessoa e mais, com visão atualizada para melhor orientar o cliente dando dicas que auxiliem no que melhor comprar para compor um visual que acompanhe a moda, que inclui roupas, calçados, acessórios de jóias e bijuterias.

Muitos profissionais dessa área, dentre os serviços que oferecem, também acompanham o cliente ou quem o clienete determinar, na ida ao médico, na arrumação do guarda-roupas e muitos oferecem serviços de leitura.

Para quem estiver animado em ser um personal shopper, é bom não ter a ilusão de que é uma tarefa muito simples e que se parece com um acompanhante ou que apenas se precise ter bom gosto e saber camprar, não é bem assim. É preciso entender que para se tornar um personal não é da noite para o dia, é preciso estar muito ciente do que se está oferecendo, entrar na vida e conhecer os hábitos de outra pessoa, antes de tudo, é preciso saber que o conceito ético profissional tem de estar em primeiro lugar, depois ter especialização no que se irá propor.

Conhecimento em moda, visão de organização, dinamismo, ser uma pessoa pró-ativa, estar sempre se atualizando e jamais esquecer que o gosto que tem que prevalecer é o do cliente e nunca se posicionar como se fosse para si próprio, por essas e outras razões, se faz necessário considerar o desejo em ser um personal shopper.

A presença do personal shopper está se tornando cada vez mais comum e, ousaria dizer que até necessária para suprir coisas que em geral se pode fazer mas que pelo fato de se ter um quotidiano muito acelerado, pode tornar-se impossível fazer compras e ter mais disponibilidade de tempo para dedicar-se a família.


Sílvia Baptista

Título: Personal shopper

Autor: Sílvia Baptista (todos os textos)

Visitas: 16

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Comentários     ( 5 )    recentes

  • Anthony max bispo

    04-08-2016 às 04:23:29

    em supermercado com agi o personal shopper

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    29-05-2014 às 23:52:53

    Um personal shopper é para aquele que não tem muito tempo de estar pesquisando preços e muito menos indo a loja para realizar as comprar. Nesta vida, tem serviço para tudo!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoSofia Nunes

    13-09-2012 às 15:53:22

    Sejamos honestos, recorrer aos serviços de um personal shopper é dispensável, uma vez que na internet se encontram dicas por parte dessas mesmas pessoas. Ainda assim, para quem detém disponibilidade financeira e precisa de um empurrãozinho em direcção a uma maior elegância, aprendendo que tipo de roupa é adequada para o seu corpo, é um serviço vantajoso. Para além disso, existem já centros comerciais que devolvem em compras o valor gasto na consulta de moda.

    ¬ Responder
  • Heloá

    14-08-2012 às 19:50:54

    Olá! Está muito boa sua matéria, mas tenho uma dúvida, precisa de ter-se um curso especializado tipo, em consultoria de moda, ou uma universidade em Moda para ser-se Personal Shopper?

    Desde já agradeço

    ¬ Responder
  • Mário PereiraAdailton

    06-01-2011 às 11:57:59

    Muito boa esta ideia.
    Muitos são os 'sem tempo' e esta ocupação pode facilmente virar moda.

    ¬ Responder

Comentários - Personal shopper

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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