Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Eventos > As mais loucas lembranças que recebi

As mais loucas lembranças que recebi

Categoria: Eventos
As mais loucas lembranças que recebi

No outro dia festejei o meu aniversário e reuni os amigos mais próximos para jantar num restaurante simpático. Foi óptimo rever os amigos e juntá-los todos a uma mesa, para uma refeição reconfortante e para pôr a conversa em dia.

Foi um serão muito agradável e surpreendente: não só soube novidades dos amigos que não via há uns tempos, como ainda recebi uns presentes diferentes e bastantes práticos. O mais irreverente foi o Nabaztag – o coelho mais irreverente e interactivo do mundo.

Diz o slogan que é “o coelho cidadão do mundo”, senão vejamos as suas potencialidades. Não come cenouras, mas ao alcance da rede wifi, devora qualquer informação digital da internet. Liga-se à internet sem fios, o que me permite transportá-lo para qualquer parte da casa, pelo que o considero uma companhia.

O meu mais recente amigo é uma invenção brilhante, de um design majestoso, com forma de coelho, cujas orelhas empertigadas, que me permitem estar ligada ao mundo em qualquer lugar, desde que tenha disponível uma rede wifi.

Estou fã! Uso-o para acordar, saber as horas, para me ler as notícias e o email, enviar mensagens, actualizar-me quanto ao estado da bolsa e saber que roupa devo vestir no dia seguinte, tendo em conta o tempo que vai fazer.

Mas isto foi o que aprendi nos primeiros dias! Hoje, permite-me saber como está o trânsito antes de sair de casa para mais um dia de trabalho, avisa-me quando tenho mensagens escritas e ainda consigo conversar com outros amigos que têm um coelhinho igualmente fantástico. Reconhece a minha voz, sabendo o que fazer ou informar quando lhe falo.

É fantástico eu sei, e passo a explicar com maior detalhe. Trata-se de um engenho que usa luzes, sons e movimentos de orelhas para discretamente disponibilizar mensagens para qualquer um por perto. Os sons podem incluir os meus ficheiros MP3 ou música, vozes ou ruídos.

O Nabaztag também pode passa informação através das luzes. Por exemplo, configurei-o para me mostrar as luzes amarelas se o dia vai estar solarengo e vermelho se o meu namorado me envia um email. Uma orelha descaída significa queda no preço das acções que defini como importantes e um padrão de luzes acompanhado de uma das minhas músicas favoritas, indica que é hora de me levantar.

Mas para mim, o mais fantástico é que o meu mais recente companheiro, até faz Tai-Chi para se exercitar. E tem uma personalidade forte, resmungando quando lhe apetece. Qualquer dia, compro um segundo par de orelhas, para o tornar mais animado com um padrão mais colorido – há padrões tão engraçados!

Hoje já não sei como viver sem ele por perto. Faça como eu – adopte um coelho e revolucione o seu dia-a-dia!


Cláudia Bandeira

Título: As mais loucas lembranças que recebi

Autor: Cláudia Bandeira (todos os textos)

Visitas: 0

639 

Comentários - As mais loucas lembranças que recebi

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Pulp Fiction: 20 anos depois

Ler próximo texto...

Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

Pesquisar mais textos:

Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios