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Tipos de vidro

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Tipos de vidro

Recurso milenar, o vidro continua presente em nossos dias, com sua versatilidade de cores, formas e aplicabilidades.

Encontrado abundantemente na natureza, reúne uma série de atributos que o fazem inigualável: é transparente, isolante dielétrico, baixo condutor térmico, 100% reciclável, duro, durável, e não-absorvente.

Num vasto campo de empregabilidade é possível reconhecê-lo em recipientes maciços ou ocos. Em quadros, portas e janelas, em sua forma plana, ou na construção civil e na indústria automobilística, quando curvo. Ainda é usado em lâmpadas, materiais de laboratório e eletroeletrônicos.

O curioso processo de fabricação é ancestral. Como substância inorgânica é aquecida até 800 graus Celsius, quando vira pasta e pode ser manipulada e formatada. No ponto de fusão a 1.000 graus Celsius, assume sua forma final, num súbito resfriamento.

Owens, Pittsburg, Libbey e Fourcoult são processos tradicionais de produção. Atualmente, o Floot Gass tem sido preferencial, pois obtém um resultado sem deformações.

Variando nas cores verde, bronze, fumê, incolor e cristal, também conta diversos tipos, com aplicações específicas.

O vidro comum é facilmente cortado, quebra sem qualquer resistência e gera estilhaços cortantes. É o de custo mais baixo.

O plano é utilizado em estado puro para fabricação de móveis e em edificações. O reflexivo é metalizado quimicamente, e capaz de refletir a luz do sol, barrando a passagem do calor para garantir maior conforto ao ambiente e reduzir o consumo de arcondicionados. O espelhado recebe tratamento na superfície para reflexão de imagens sendo, invariavelmente, emoldurado.

Utilizado para manter o ambiente aquecido, o vidro Low-E rebate o calor para a fonte geradora e, embora permita a passagem da luz solar, impede a entrada das radiações.

O vidro composto em camada dupla serve para isolar o ambiente, térmica e acusticamente, e é conhecido como insulado. Também chamado de impresso, por receber desenhos padrões ou ornamentais em uma das faces, o vidro fantasia é bastante versátil, e pode ser encontrado temperado, laminado, espelhado, curvado ou monolítico.

Para envidraçamento de vãos extensos, indica-se o U-glass ou estrutural, por ser rígido e permitir seu assentamento em ambientes externos ou internos.

Cinco vezes mais resistente que o comum, o vidro temperado suporta pesos e pancadas. O laminado, ainda mais forte, resiste a grandes impactos, como ataques de vândalos, choque de objetos ou de pessoas, servindo à blindagem de automóveis e entradas de ambientes.

O vidro insinua-se em cada recanto, ora pondo beleza e sofisticação, ora oferecendo conforto e segurança.


Hediene

Título: Tipos de vidro

Autor: Hediene Hediene (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    12-05-2014 às 14:41:17

    O melhor que o vidro pode ser usado em diversos objetivos a fim de ter o maior proveito seja em casa ou escritório. É preciso mesmo conhecer seus tipos para poder tomar uma decisão mais concisa!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Tipos de vidro

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Habitação – Evolução qualidade/Preço

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Tema: Alojamento
Habitação – Evolução qualidade/Preço\"Rua
Hoje vivemos dias muito complicados do ponto de vista económico, uma vez que a nossa sociedade moderna consumista tem acarretado para as famílias a triste ideia de que temos que possuir tudo o que existe para ser possuído.

Relativamente ao assunto especifico da habitação, com o passar dos tempos, as pessoas têm adquirido as suas casas em função do que há no mercado, e este mercado tem evoluído de uma forma perigosa em termos de custos; o que quero dizer com isto, é que há vinte anos atrás, encontrávamos apartamentos no mercado, e tenho por base um apartamento T3 que tinha 3 quartos conforme a tipologia descrita, naquele tempo uma cada de banho, uma sala de estar/jantar conjunta e talvez uma varanda, hoje o mesmo apartamento terá os três quartos, a sala, duas casas de banho das quais uma poderá estar num dos quartos a que passou a chamar-se suite, este apartamento hoje, tem forçosamente que ter pré instalação para aquecimento central, lareira com recuperador de calor, e muito provavelmente aspiração central, ou pelo menos a pré instalação… Assim, quem compra um apartamento hoje, apesar das dimensões de cada divisão estarem diminuídas, o preço foi muito incrementado pelos extras, e depois há ainda que adquirir uma caldeira para fazer funcionar a tal pré-instalação de aquecimento central, os radiadores porque sem eles o dito não funciona, naturalmente o trabalho do técnico… há ainda que adquirir em muitos casos o aspirador propriamente dito para fazer funcionar a aspiração central, e algumas coisas mais, acessórios dos quais, antes não tínhamos necessidade.

Não quero dizer com isto, que estes equipamentos não são úteis, são, mas e aquelas pessoas que compraram os seus apartamentos há uns tempos, cujos espaços não dispunham destas “modernices” como viveram? Como vivem hoje? Provavelmente aqueles que tiveram disponibilidade económica para isso, colocaram nas suas habitações, aquilo que julgaram necessário, não colocaram aquilo que não lhes é útil de todo, por outro lado aqueles que não tiveram disponibilidade económica vivem sem os equipamentos em questão, ou colocam um equipamento à dimensão das suas possibilidades. O real problema é que os referidos equipamentos valorizaram muito mais as habitações em termos de preço de compra do que o valor real dos mesmos, e as pessoas, estão apagar vinte ou trinta anos, para não dizer mais, um bom valor acima do que pagariam sem estas coisas, além disso comprariam aquilo que quisessem e pudessem.

Para além do exposto, a qualidade de construção e acabamentos não melhorou, antes pelo contrário. Hoje o valor das casas está a decair rapidamente, e as pessoas em geral vivem em casas cujos valores atuais de mercado são muito inferiores ao que estarão a pagar durante muito tempo…

Naturalmente o mercado poderá mudar, mas não é esse o caminho que parece seguir.

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Ana Sebastião

Título:Habitação – Evolução qualidade/Preço

Autor:Ana Sebastião(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    21-04-2014 às 17:09:01

    A compra seja de apartamento ou casa estão mais caras e nem sempre oferecem serviços como mostram na divulgação. Não é bom financiar, pois custará o dobro. Realmente, o melhor a fazer é buscar preços que têm condições de pagar ou aderir a um consórcio.

    ¬ Responder
  • Sofia Nunes 13-09-2012 às 17:07:44

    Na minha opinião e de acordo com o que tenho observado, a relação qualidade/preço das habitações está a melhorar. E isso não é necessariamente bom, uma vez que é resultado da crise económica. Como refere, o valor das casas está a descer, pelo que se pode comprar uma vivenda pelo preço que há uns anos era de um apartamento. O problema é que, apesar de as casas estarem mais baratas, os compradores não têm dinheiro.

    ¬ Responder

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