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Instrumentos musicais populares

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Instrumentos musicais populares

Existem vários instrumentos musicais populares e incontornáveis da música portuguesa.

Um deles é o Cavaquinho - um instrumento de cordas de dimensões reduzidas, sendo que normalmente não excede o meio metro de comprimento. É um instrumento originário da cidade de Braga, onde foi e ainda é utilizado para acompanhamento de danças e cantares.

Em Portugal existem 2 tipos predominantes de cavaquinhos: o Cavaquinho de Braga e o Cavaquinho de Lisboa, os quais têm características bem distintas. O Cavaquinho pertence à família das guitarras europeias e tem 4 cordas. É um dos instrumentos tocados pelas tunas universitárias, ranchos folclóricos, grupos de cantares populares e até mesmo para acompanhar fado.

Outro instrumento muito popular é o acordeão, que é usado para animar festas e romarias. Existem 2 tipos principais de acordeões: os de teclado de botões e os de teclado de piano.

A designação acordeão deriva da palavra acorde, uma vez que o acordeão possui botões que são tocados pela mão esquerda, sendo que cada um dos quais produz um acorde completo.

A guitarra portuguesa é também um instrumento de grande importância. Tem 6 ordens de cordas duplas metálicas, sendo que as 3 primeiras são com cordas lisas e as 3 últimas com corda lisa e bordão em oitava. Normalmente os músicos usam unhas postiças para poderem tirar a melhor sonoridade do instrumento.

Atualmente são fabricados 3 tipos de guitarra portuguesa:

- a de Coimbra – que é a maior, com caixa mais aguçada e escala mais comprida.
- a de Lisboa – que é a mais pequena, com caixa arredondada e menos alta.
- a do Porto (Braga) – que é semelhante à de Coimbra, mas um pouco mais pequena.



Carlos Vieira

Título: Instrumentos musicais populares

Autor: Carlos Vieira (todos os textos)

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Comentários     ( 9 )    recentes

  • Júlia

    11-08-2014 às 13:35:33

    estou querendo saber o q é um instrumento popular e erudito,tenho um trabalho que é para esta terça feira :( o professor pediu fotos e já tenho fotos,agora ele pediu o significado do instrumento popular e o instrumento erudito! Alguem pode ajudar? Obrigada..

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    06-05-2014 às 21:48:59

    O cavaquinho é bem utilizado também no Brasil e o acordeão nem tanto. Cada um tem a sua forma de expressar o som e isso é fantástico!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • Amanda Tyemi Yokota

    08-08-2012 às 16:09:48

    oi gostei muito do seu texto mais tem algumas palavras que dificultam o meu entendimento. mais valeu ajudou bastante!!! =)

    ¬ Responder
  • LAISA

    07-06-2012 às 19:17:18

    EU GOSTEI MUITO E MUITO LEGAL

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoJulia Soares

    24-09-2011 às 20:34:16

    Muito obrigado pelas informações !!!
    Me ajudou muito num trabalho de Musica,da minha escola !!!!

    ¬ Responder
  • Francisco caeiroFrancisco caeiro

    13-05-2011 às 16:16:29

    por favor ponhao a livre visita a loja do acordiao

    ¬ Responder
  • theice savannatheice savanna

    01-09-2010 às 01:28:40

    ki legal...s2

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoYasmine

    21-05-2010 às 00:19:52

    Achei que o conteúdo deveria ser mais explorado.
    Houve foco em um só instrumento,"o cavaquinho", sendo que poderiam ter sido explorados e citados outros exemplos;

    mesmo assim, obrigada pela colaboração.

    ¬ Responder
  • Laura

    21-08-2013 às 18:57:04

    Gostei mais acho que deveriam ser postos mais tipos de instrumentos,mesmo assim ajudou!
    ;)

    ¬ Responder

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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