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Gene veloz em ADN

Categoria: Desporto
Gene veloz em ADN

Imaginação lidera sportbike

A velocidade corre nas veias de cada homem desde os primórdios dos tempos. Seja por necessidade de sobrevivência, seja para alimentar o ego, ao vencer um semelhante ou a própria Natureza, o ser-se veloz é uma ambição já incrustada no ADN humano.

Esse impulso, de (literalmente) ir mais além, transformou a bicicleta num instrumento multidesportivo.

As competições com o uso da bicicleta são muito variadas.

Vão desde a clássica corrida, em que a velocidade impera e para a qual a bicicleta deverá ser o mais leve possível, até à bicicleta de todo-o-terreno, onde a perícia e o equilíbrio devem andar de mãos dadas, até à vertente acrobática, na qual o risco domina os movimentos mais espectaculares.

No espaço onde a imaginação é o limite e onde, por vezes, superar o risco de vida eleva a adrenalina ao máximo e constitui o objectivo de cada prova, surgem alguns dos desportos radicais do princípio do séc. XXI.

O skybike, seabike ou snowbike, permitem que se manobre a bicicleta, respectivamente, no céu, mar ou neve.

Enquanto o homem continuar a criar, a bicicleta poderá ser adaptada aos mais variados tipos de exercícios ou sportbike.


Rua Direita

Título: Gene veloz em ADN

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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