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Vamos teclar!!

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Vamos teclar!!

Os teclados são muitas vezes confundidos com os pianos, mas as suas funções são muito diferentes.

Enquanto que os pianos têm uma estrutura definida, os teclados conseguem ter outras funcionalidades, em que as teclas funcionam como guias que podem produzir sons ou ritmos.

Apesar de serem descendentes do piano, os teclados acabam por ser um instrumento electromecânico.

O teclado, nos seus primórdios acabou por ser uma conjugação com os sintetizadores que, além de darem o ritmo, também faziam variações nos tons. Eram assim mais fácil conseguir conjugar dois ou mais instrumentos num só, uma vez que as diferentes saídas áudio que têm também o permitem.

Estes teclados foram-se desenvolvendo a partir dos anos 60, atingindo o seu auge nos anos 1980, em que o som disco e pop e os ritmos eléctricos desta década os converteu em instrumentos de culto.

Mais actualmente, os teclados e sintetizadores sofreram outros desenvolvimentos, sendo que estes instrumentos caíram em desuso e começaram a ser substituídos pela multifuncionalidade dos computadores.

Apesar disso, os teclados continuam ainda nos dias de hoje a serem um instrumento de referência para muitas bandas ao vivo, uma vez que num só instrumento, conseguimos ter muitos outros e com variações que seriam muito mais difíceis de alcançar apenas pela mão humana.



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Título: Vamos teclar!!

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Fernando f. Representações LtdaF.Fernandes

    14-09-2011 às 18:58:50

    Bom dia,
    Quanto aos harmonios de foles que trabalhão sob pedais p/soprar o ar que ao passar pelas paletas produz o som ; Tenho um deste da J. Edmundo Bohn de 1928 em funcion. perfeito .

    ¬ Responder

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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