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Acessórios Musicais

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Acessórios Musicais

Os acessórios, no sentido lato da palavra, são tudo aquilo que nos ajuda a complementar a peça principal.

Adaptando este conceito ao mundo da música, considera-se um acessório aquilo que acrescenta algum valor ao instrumento em questão ou que auxilia o intérprete na execução musical.

Por exemplo, uma guitarra precisa de uma mala para ser transportada ou de uma palheta se quisermos tocar uns acordes, uma flauta precisa de caixa, um membro de uma orquestra de música clássica precisa de um suporte para colocar as pautas e por aí fora...

Falemos, então, no caso específico de um guitarrista clássico. Além da guitarra, instrumento principal, ele precisaria de uma cadeira, de um suporte para o pé, de palhetas, de uma mala para a guitarra ou ainda de um afinador.

Podemos por este exemplo observar que um instrumento ou uma performance saem muito mais valorizadas se tivermos estes factores em atenção. No entanto, há que ter em atenção a relação qualidade/preço não só dos acessórios, mas também a mesma relação entre eles e o instrumento.

Precisamos de saber o que se adequa melhor às nossas necessidades e às do instrumento em questão. Por exemplo, não compensa comprar uma mala para guitarra de duzentos euros, quando a nossa guitarra tem um valor de cem.

As nossas necessidades e as dos nossos instrumentos devem-se adequar sempre ao uso que vamos fazer e à utilidade que elas têm. 


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Título: Acessórios Musicais

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Superstições Náuticas

Tema: Barcos
Superstições Náuticas\"Rua
Todos temos as nossas manias e superstições. Não que se trate de comportamentos compulsivos, mas a realidade é que mesmo para quem diz que não liga nenhuma a estas coisas, as superstições acompanham-nos.

Passar por baixo de uma escada, deixar a tesoura, uma porta de um armário ou uma gaveta aberta ou até deixar os sapatos em posição oposta ao correcto, são das superstições mais comuns. As Sextas-feiras 13 também criam alguma confusão a muita gente, mas muitos são os que já festejam e brincam com a data.

Somos assim mesmo, supersticiosos, uns mais do que outros, mas é uma essência que carregamos, mesmo que de forma inconsciente.

Existem no entanto profissões que carregam mitos mais assustadores do que outros, e por exemplos muitos actores não entram em palco sem mandar um “miminho” uns aos outros.

Caso de superstição de marinheiro é dos mais sérios e se julga que se trata só de casos vistos em filmes de piratas, desengane-se. Os marinheiros dos dias de hoje carregam superstições tão carregadas de emoção quanto os de outros tempos.

Umas mais caricatas do que outras, as superstições contam histórias e truques. Por exemplo, contra tempestades, muitos marinheiros colam uma moeda no mastro dos navios.

Tal como fazem os actores, desejar boa sorte a um marinheiro antes de embarcar, também não é boa ideia. Os miminhos dados antes de entrar em palco também servem para o efeito.

Dar um novo nome a um barco é uma péssima ideia para um marinheiro. Dizem que muitos há que não navegam em barcos rebaptizados.

Lembra-se que os piratas de outros tempos utilizavam brincos? Pois isto faz parte de uma superstição. Dizem que os brincos evitam que se afoguem.

Entrar com um pé direito na embarcação é sinal de bons ventos. Tal como acontece com muitos de nós, os marinheiros também não gostam de entrar de pé esquerdo.

Já desde remotos tempos se dia que assobiar traz tempestades. Ora aqui está um mote dos marinheiros, pelo que se assobiar numa embarcação, arrisca-se a ter chatices com o marinheiro.

Verdades ou mentiras, as superstições existem e se manter os seus próprios mitos acalma um marinheiro, então que assim seja. Venham as superstições náuticas que cá estamos para as ouvir.

Já agora uma curiosidade ainda maior. Dizem que se tocar a gola de um marinheiro passará a ter sorte. Será verdade ou foi um marinheiro que inventou?

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Carla Horta

Título:Superstições Náuticas

Autor:Carla Horta(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    17-06-2014 às 06:39:27

    Não acredito em superstições de forma alguma.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

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