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Como comprar um imóvel na planta

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Imóveis Venda
Visitas: 8
Comentários: 5
Como comprar um imóvel na planta

Sonhar com a casa própria é um desejo comum em todo o mundo, mas as possibilidades aumentam quando a compra é programada, o que significa sem muita pressa. Desse modo é mais viável, pois a negociação antecipada facilita o fechamento e o valor das prestações durante a construção é menor do que de um imóvel pronto para morar. A questão é que nem todos os compradores ficam satisfeitos. O que acontece nesses casos é que detalhes importantes de medidas que se deve tomar para tudo correr bem, não foram tomadas.
Vamos apresentar cuidados que se deve ter na compra.

Anote o endereço completo de onde está sendo construído o imóvel. Vá a Prefeitura Municipal para se informar se constam dívidas de IPTU e quem são os proprietários do terreno. Pergunte ao corretor responsável pela venda, em qual cartório o imóvel está registrado. Procure o cartório indicado para saber se o imóvel está livre para a venda. Essa ação é muito importante para se certificar se o terreno está livre para venda ou se há dívidas como hipoteca, bloqueio de bens, inventário ou se está sob alienação.




Leia o contrato de compra e venda. É muito importante conhecer todas as cláusulas do contrato, caso não tenha tempo, peça ao corretor uma cópia e leia em casa.
Solicite que todas as informações que foram ditas estejam descritas no contrato antes de assinar. Peça que seja discriminada a data da entrega, o número de parcelas, o valor ou percentual que será pago na entrega das chaves, assim também como o valor ou percentual de entrada (sinal).

Verifique se na rua do imóvel tem iluminação adequada e abastecimento regular de água. Para saber, pergunte aos moradores da rua e no comércio local.
Observe nos muros dos imóveis mais próximos se existem marcas que indiquem possíveis alagamentos. Olhe também se nas casas tem um tipo de mureta na entrada, esse é outro indício de que pode haver alagamento durante as chuvas.

Preste atenção quanto ao resíduo de valor. Exija que seja adicionado ao contrato, um termo que deixe claro que ao terminar de pagar (caso a compra seja por meio de financiamento) que o imóvel não sofrerá nova avaliação de mercado, ou seja; o valor apresentado não sofrerá alteração, a não ser os reajustes estipulados nas mensalidades como o IGP-M, que é a base de caçulo mais utilizada.
Muitas construtoras alegam que o reajuste durante a construção precisa ser diferente, pois a mão de obra pode aumentar. É fato, mas evite fazer esse tipo de contrato, o valor pode ficar acima das suas condições financeiras e prejudicar a continuidade do pagamento.

Ao comprar um imóvel na planta, registre o contrato em cartório.

Bons negócios!


Sílvia Baptista

Título: Como comprar um imóvel na planta

Autor: Sílvia Baptista (todos os textos)

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Comentários     ( 5 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoZuca

    24-05-2014 às 23:40:56

    Mas para comprar na planta não é perigoso?

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    28-05-2014 às 03:53:52

    Olá, é um tanto perigoso, deve-se consultar um bom profissional e conhecer bem, ter referência de quem está na frente da planta(construtora) e ter muito cuidado. Mas, como todo empreendimento há suas vantagens e desvantagens!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãozuca

    04-06-2014 às 21:51:42

    muito obrigado pela ajuda sophia

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    05-05-2014 às 23:31:45

    A compra do imóvel na planta sai bem mais barato. A outra vantagem é que o recebimento do imóvel é mais rápido para quem compra na planta. Adorei o texto!

    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • fabiana

    08-07-2013 às 08:49:30

    bom dia!
    gostaria de obter o email da redação, com o intuito de encaminhar uma matéria feito pelo jornalista sobre imovéis.

    ¬ Responder

Comentários - Como comprar um imóvel na planta

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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