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Como escolho Alianças?

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Jóias Relógios
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Comentários: 3
Como escolho Alianças?

Usar aliança foi a forma encontrada para materializar os sentimentos do amor, da cumplicidade e dos afetos entre duas pessoas.

O seu formato redondo, sem cantos, representa a eternidade, sinal de que o amor não tem fim.

A escolha das alianças corresponde a uma das etapas mais importantes na preparação de um casamento, uma vez que simbolizam o compromisso, o amor e a união de um casal. É o anel mais especial de todos. A busca das alianças perfeitas deverá portanto, ser feita a dois.

Atualmente, o mercado disponibiliza uma enorme variedade de modelos, de materiais e de espessuras: de ouro amarelo ou branco, de platina, com brilhantes ou pedras preciosas, finas ou grossas, opacas ou brilhantes, mais clássicas ou mais modernas, estampadas ou lisas, com texturas ou gravações, as possibilidades de escolha são quase infinitas. Há alianças para todos os gostos, estilos e carteiras. Convém por isso que seja uma escolha feita com algum tempo relativamente à data do casamento.

As alianças vão ser um acessório usado todos os dias, e para o resto da vida, de valor inestimável e que muitos consideram como mais um membro do corpo. Como tal, mais do que seguir modas, deverá ter-se em conta o estilo de vida e os gostos pessoais no momento da escolha, para que não se cansem facilmente delas.

Acima de tudo, e muito importante, as alianças deverão ser confortáveis, pois não deverão impedir de fazer as tarefas do dia a dia. Deverão também ser resistentes e duráveis.

Um dos pontos importantes é se desejam que as alianças combinem com o anel de noivado da noiva.
Outro critério é se pretendem seguir uma tradição familiar ou representar alguma herança cultural, ou se apenas desejam alianças que representem o vosso compromisso.

Há noivos que gostam de levar em conta o formato das mãos no momento da escolha: alianças mais finas combinam melhor com mãos pequenas e esguias ao passo que alianças mais grossas ficam melhor em mãos maiores e mais largas.

As alianças não têm de ser necessariamente iguais. Há casais que gostam de marcar pela diferença. A aliança da noiva, por exemplo, poderá ter um brilhante e a do noivo não.

Outro ponto a levar em conta é se desejam gravar algo nas alianças a data do casamento, os vossos nomes, ou uma frase que signifique algo para ambos.

Parece realmente uma tarefa complicada. Todavia, quando os vossos olhos se cruzarem com as “vossas” alianças, os vossos corações de imediato as vão identificar.


Catarina Bandeira

Título: Como escolho Alianças?

Autor: Catarina Bandeira (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    20-09-2014 às 13:43:38

    Um dos momentos mais incríveis na vida do casal é a escolha de uma bela e bonita aliança. Por isso, não se deve decidir nas pressas, é preciso tempo para procurar e quando encontrar, comprem logo! Uma representação de uma união eterna.

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    09-05-2014 às 15:40:24

    Uma aliança que não tem fim. Assim, o amor deve ser entre o casal que assume um compromisso no altar. Tão bom seria se apenas o uso de uma aliança confirmasse a eternidade do amor, mas ela é um simbolismo. O compromisso vem do coração.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoGuida N.

    16-03-2009 às 08:15:01

    Sim, claro alianças! Sim muitas alianças!

    Estou separada e prefiro um homem que tenha a nobreza de respeitar completamente o compromisso, do que a melhor aliança do mundo.

    Os homens e os compromissos não se dão bem.

    È pena.
    Homens!

    ¬ Responder

Comentários - Como escolho Alianças?

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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