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Como limpar as pratas

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Jóias Relógios
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Comentários: 8
Como limpar as pratas

Pulseiras, brincos, anéis, colares e outras joias de prata necessitam de ser limpas com frequência, mas com todo o cuidado.

Há diversas formas de limpar joias de prata, desde líquidos de limpeza de diversas marcas, onde a peça é mergulhada e depois limpa com um pano seco, passando por panos embebidos em líquidos de limpeza.

Todavia, existem soluções caseiras que, podem ser postas em prática sem ter de gastar muito dinheiro, e sem perder muito tempo.

Dicas e Sugestões


As joias de prata podem ser facilmente limpas com pasta de dentes. Basta esfregar a prata com a pasta até que, a mesma fique a brilhar. Em, seguida, lave com água quente e enxugue com um pano bem macio.

Uma mistura de amido de milho e água também faz milagres em joias de prata baças: aplique com um pano húmido, deixe secar e limpe com um pano macio. Verá como depressa recupera o brilho.

O amoníaco também é um ótimo aliado no que toca à limpeza de pratas – misture ½ chávena de amoníaco com 1 chávena de água morna, lave a peça comum pano e deixe secar.

A casca de banana é outra solução prática e barata – só terá de retirar os fios internos da casca e esfregá-la na peça. Depois, é só limpar com papel de cozinha.

Forre um tacho com uma folha de alumínio, encha-o com água e adicione duas colheres de chá de sal. Mergulhe as joias no recipiente e deixe de molho por cerca de três minutos. Passe por água corrente e seque bem.

O ketchup também dá um bonito brilho a peças de prata lisas. Mergulhe-as por alguns minutos numa taça com ketchup e passe por água.

Se tiver leite azedo não o deite fora sem limpar as suas peças de prata, pois faz com que as mesmas pareçam novinhas em folha. Mergulhe-as por 30 minutos, lave com água morna e sabão, seque e puxe o lustro com um pano macio. Se não tiver leite azedo, pode azedá-lo juntando-lhe um pouco de vinagre.

Para polir joias de prata pode ainda fazer uma pasta espessa usando uma chávena de bicarbonato de sódio com 2 colheres de sopa de água.

Aplique com uma esponja húmida, lave com água quente e seque com um pano que não largue pelos.


Catarina Bandeira

Título: Como limpar as pratas

Autor: Catarina Bandeira (todos os textos)

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Comentários     ( 8 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    18-09-2014 às 19:24:33

    Gosto muito das jóias em pratas! E saber como limpá-las é importantíssimo para que possam durar muito mais! É preciso cuidar, preservar e mantê-las sempre limpas!

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    08-05-2014 às 19:35:27

    Ainda bem que é possível limpar as pratas de maneira simples. E elas ficam como novas mesmo, ótimo texto.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • cesarcesar

    10-06-2012 às 01:22:47

    as dicas sao otimas rincipaumente ada casca de banana

    ¬ Responder
  • Reynaldo QueirozLúcio

    11-08-2011 às 14:59:34

    Usem Monzi!!! É mais rápido e mais fácil.

    ¬ Responder
  • jacksonjackson

    03-04-2012 às 17:20:30

    o que é monzi???

    ¬ Responder
  • Rua DireitaRua Direita 04-04-2012 às 16:01:54

    É um produto ou uma gama de produtos específicos para a limpeza de pratas e outros materiais.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoValéria

    21-07-2011 às 04:50:09

    A pasta renovou mesmo minha pulseira de prata, agora está parecendo novinha. Obrigada

    ¬ Responder
  • LucasLucas

    14-10-2010 às 17:23:08

    o amoniaco limpa msm vlw pwla dica:)

    ¬ Responder

Comentários - Como limpar as pratas

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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