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Relógio um escravo do tempo

Categoria: Jóias Relógios
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Comentários: 2
Relógio um escravo do tempo

O relógio marca as horas do tempo e é indispensável no nosso dia a dia, para tudo se precisa de horário, e o tempo passa rápido, quando menos esperamos o dia chegou ao fim, nos dias atuais o ponteiro do relógio correr sem parar, e nossas vidas hoje é escravo do relógio, ou melhor, do tempo.

Antigamente os melhores relógios eram os suíços, mais hoje já existe muitos relógios tão bom quantos os suíços, antes só se ouvir falar em relógio de alta precisão, só se achava que era os suíços, e você ainda pensa que as maravilhas mecânicas suíça, ou mesmo em modernidade eletrônica só é a japonesas, é melhor rever seus conceitos.

O relógio de um único átomo de mercúrio é cerca de cinco vezes mais preciso do que o mais preciso relógio até hoje construído, um relógio atômico que funciona a partir de uma "fonte" de átomos de césio. Isso significa que o novo relógio irá demorar 400 milhões de anos para atrasar ou adiantar um único segundo. O mais preciso relógio atômico hoje existente vai atrasar ou adiantar um segundo em "apenas" 70 milhões de anos.

Construir relógios tão precisos não é apenas capricho dos cientistas. Mais sim de grande precisão e é essenciais para os estudos, é de fundamental para a física - avaliando se elas variam com o tempo - com implicações sobre o entendimento das origens e dos destinos do nosso universo. Com tamanha precisão, não faz muito sentido falar-se em segundos: embora também sirvam como referencial de tempo, os cientistas se referem a essas medições como padrões de freqüência.

Esses padrões são importantes também em questões menos teóricas, como a geração de campos magnéticos e gravitacionais para aplicações médicas, sistemas de telecomunicações e sistemas de posicionamento global. Mas ainda levará um tempo até que o relógio óptico de mercúrio substitua os tradicionais relógios atômicos de microondas, que vêm servindo como referencial de tempo há mais de 50 anos. Antes disso, cientistas do mundo todo terão que repetir o experimento e fazer suas próprias medições. Só então poderá haver um consenso que leve à aceitação generalizada do novo relógio.

Antes os relógios eram sós de corda, e de bolso, mais a tecnologia mudou, hoje tem de relógios de parede, de pulso, a prova d água com modelo bem diferentes, do esporte até o social, há também quem gosta de ter relógio de ouro, e de requinte em igual. Como ver o relógio é de alta precisão para todos nos.



Waldiney Melo

Título: Relógio um escravo do tempo

Autor: Waldiney (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    21-09-2014 às 14:20:28

    Quando mais precisamos do tempo, ele foge! O relógio é indispensável e nos ajuda muito nas horas em que queremos concluir uma tarefa.

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    09-05-2014 às 16:51:16

    O relógio é bom para controlar o tempo nas atividades que devemos realizar ou estamos realizando. Se deixar, ele vira um escravo mesmo.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Relógio um escravo do tempo

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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