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As jóias na antiguidade

Categoria: Jóias Relógios
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Comentários: 1
As jóias na antiguidade

Reza a história que a primeira jóia foi usada na época dos Homo Sapiens, já que os seus colares e braceletes incluíam jóias feitas de dente, de pedra e de osso. A verdade é que o homem sempre gostou de ser decorado com jóias, facto que contribuiu para o desenvolvimento da indústria joalheira.

Já no antigo Egipto a jóia assumia um papel de destaque, principalmente porque existia uma quantidade abundante de ouro e desde logo simbolizou o poder. Assim, era usada em vida, mas com a morte, os egípcios eram enterrados com elas.

Na Mesopotâmia a jóia era usada para adornar seres humanos e estátuas, sendo feitas de metais com pedras brilhantes e coloridas. Cada civilização imprimiu o seu cunho pessoal, como foi o caso do império bizantino, que seguindo os romanos, recorriam aos símbolos religiosos. A jóia era utilizada por mulheres ricas e os homens apenas usavam um anel.

O certo é que as jóias serviram várias funções ao longo dos tempos, mas nas épocas antigas a sua principal função foi defender as pessoas do mal e também para ser usada como moeda na troca de bens. Servia também para distinguir os governantes dos governados.

Actualmente, além de servir para adornar a roupa, é considerada um símbolo de status. Para todos os gostos, de diversos materiais e feitios, dos mais variados preços, as jóias continuam a agradar e são um negócio pouco atingido pela crise. Afinal, quem é que não gosta de ter uma boa jóia?


Rua Direita

Título: As jóias na antiguidade

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    22-09-2014 às 05:52:50

    Muito interessante descobrir como eram usadas as jóias e como tudo se iniciou! Muito bom mesmo!

    ¬ Responder

Comentários - As jóias na antiguidade

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Pulp Fiction: 20 anos depois

Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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