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As jóias na antiguidade

Categoria: Jóias Relógios
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Comentários: 1
As jóias na antiguidade

Reza a história que a primeira jóia foi usada na época dos Homo Sapiens, já que os seus colares e braceletes incluíam jóias feitas de dente, de pedra e de osso. A verdade é que o homem sempre gostou de ser decorado com jóias, facto que contribuiu para o desenvolvimento da indústria joalheira.

Já no antigo Egipto a jóia assumia um papel de destaque, principalmente porque existia uma quantidade abundante de ouro e desde logo simbolizou o poder. Assim, era usada em vida, mas com a morte, os egípcios eram enterrados com elas.

Na Mesopotâmia a jóia era usada para adornar seres humanos e estátuas, sendo feitas de metais com pedras brilhantes e coloridas. Cada civilização imprimiu o seu cunho pessoal, como foi o caso do império bizantino, que seguindo os romanos, recorriam aos símbolos religiosos. A jóia era utilizada por mulheres ricas e os homens apenas usavam um anel.

O certo é que as jóias serviram várias funções ao longo dos tempos, mas nas épocas antigas a sua principal função foi defender as pessoas do mal e também para ser usada como moeda na troca de bens. Servia também para distinguir os governantes dos governados.

Actualmente, além de servir para adornar a roupa, é considerada um símbolo de status. Para todos os gostos, de diversos materiais e feitios, dos mais variados preços, as jóias continuam a agradar e são um negócio pouco atingido pela crise. Afinal, quem é que não gosta de ter uma boa jóia?


Rua Direita

Título: As jóias na antiguidade

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    22-09-2014 às 05:52:50

    Muito interessante descobrir como eram usadas as jóias e como tudo se iniciou! Muito bom mesmo!

    ¬ Responder

Comentários - As jóias na antiguidade

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Fine and Mellow

Tema: Música
Fine and Mellow\"Rua
"O amor é como uma torneira
Que você abre e fecha
Às vezes quando você pensa que ela está aberta, querido
Ela se fechou e se foi"
(Fine and Melow by Billie Holiday)

Ao assistir a Bio de Billie Holiday, ocorreu-me a questão Bluesingers x feminismo, pois quem ouve Blues, especialmente as mais antigas, as damas dos anos 10, 20, 30, 40, 50, há de pensar que eram mulheres submissas ao machismo e maldade de seus homens. Mas, as cantoras de Blues, eram mulheres extremamente independentes; embora cantassem seus problemas, elas não eram submissas a ponto de serem ultrajadas, espancadas... Eram submissas, sim, ao amor, ao bom trato... Essas mulheres, durante muito tempo, tiveram de se virar sozinhas e sempre que era necessário, ficavam sós ou mudavam de parceiros ou assumiam sua bissexualidade ou homossexualidade efetiva. Estas senhoras, muitas trabalharam como prostitutas, eram viciadas em drogas ou viviam boa parte entregues ao álcool, merecem todo nosso respeito. Além de serem precursoras do feminismo, pois romperam barreiras em tempos bem difíceis, amargavam sua solidão motivadas pelo preconceito em relação a cor de sua pele, como aconteceu a Lady Day quê, quando tocava com Artie Shaw, teve que esperar muitas vezes dentro do ônibus, enquanto uma cantora branca cantava os arranjos que haviam sido feitos especialmente para ela, Bilie Holiday. Foram humilhadas, mas, nunca servis; lutaram com garra e competência, eram mulheres de fibra e cheias de muito amor. Ouvir Billie cantar Strange Fruit, uma das primeiras canções de protestos, sem medo, apenas com dor na alma, é demais para quem tem sentimentos. O brilho nos olhos de Billie, fosse quando cantava sobre dor de amor ou sobre dor da dor, é insubstituível. Viva elas, nossas Divas do Blues, viva Billie Holiday, aquela que quando canta parte o coração da gente; linda, magnifica, incomparável, Lady Day.

O amor vai fazer você beber e cair
Vai fazer você ficar a noite toda se repetindo

O amor vai fazer você fazer coisas
Que você sabe que são erradas

Mas, se você me tratar bem, querido
Eu estarei em casa todos os dias

Mas, se você continuar a ser tão mau pra mim, querido
Eu sei que você vai acabar comigo

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