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Joias – O adereço perfeito para qualquer ocasião

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Jóias Relógios
Visitas: 58
Comentários: 2
Joias – O adereço perfeito para qualquer ocasião

As joias continuam a ser o presente mais desejado pelas mulheres. No entanto, a escolha da joia mais adequada nem sempre é fácil devido à grande quantidade de adereços disponíveis no mercado. Existem joias que são adequadas para qualquer dia e/ou ocasião e jogam bem com qualquer vestido – estas são normalmente bastante pequenas e moderadas, mas ao mesmo tempo elegantes e sempre na moda. Por outro lado, existem também as joias mais apropriadas para usar em festas - aniversários, casamentos, inaugurações, e outros eventos festivos. Este tipo de joia é permitido ser mais notável. No entanto, é de realçar que nem sempre a joia mais cara é a mais adequada.

As possibilidades de escolha são intermináveis e poder-se-ia passar imenso tempo a escolher joias de milhares de exemplares perfeitos da arte dos joalheiros. Contudo, seja para que ocasião for, você nunca vai cometer um erro se escolher joias clássicas. Estas passaram já o teste mais difícil – o “teste do tempo”. Entre estas podemos incluir correntes entrançadas de todas as maneiras possíveis – das quais se destacam os adornos oferecidos pela famosa Coco Chanel, entusiasticamente aceites pelo público e que permanecem populares até hoje.

Os anéis são uma parte especial da arte dos joalheiros, sendo usados por quase todas as mulheres. Mas será que eles realmente embelezam a mulher? Na verdade sim, se estiverem enquadrados no estilo da pessoa. Normalmente as mulheres mais baixas e com mãos pequenas preferem usar anéis estreitos com uma ou várias joias pequenas. Os anéis com pedras preciosas ovais ou em “forma de pera” tornam uma mão visualmente mais delicada e refinada. Para meninas e mulheres jovens é recomendado o uso de anéis com uma pequena joia, já as mulheres de meia-idade devem usar anéis com joias maiores ou com “espalhamentos” de várias joias pequenas. Para os dedos mais curtos não se deve escolher anéis muito grandes e largos. Também não é recomendável usar mais de dois anéis.

As joias, tal como a roupa, servem para enfatizar os benefícios de um todo e destacar todas as características atrativas. Por exemplo, uma joia selecionada adequadamente pode atrair a atenção para uma cor de olhos. Não é recomendado usar uma grande quantidade de joias e adornos que difiram bastante em estilo ou cor.

Existem joias diferentes para cada estação e ocasião. No verão, a escolha de adereços é quase ilimitada. No entanto, no inverno, a escolha das roupas e das joias deve ser mais moderada e razoável. Os adornos para a temporada de inverno não devem ser muito notáveis - pequenos clipes ou brincos para enfatizar a tez servem perfeitamente.


Carlos Vieira

Título: Joias – O adereço perfeito para qualquer ocasião

Autor: Carlos Vieira (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    21-09-2014 às 03:37:30

    Realmente, as joias são um adereço perfeito para ocasiões mais sofisticadas ou aquelas mais simples. Um acessório bem moderno faz toda a diferença no visual e nos dá a sensação de ser mais bela ainda.

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    09-05-2014 às 16:49:09

    Qualquer joia, quando bem combinada para uma determinada ocasião, é uma peça lindíssima e muito boa na mulher.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Joias – O adereço perfeito para qualquer ocasião

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O altíssimo preço da Vida

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
O altíssimo preço da Vida\"Rua
Altíssimo preço da Vida
Numa certa manhã de sol, a menina olhos clara chamada Clarisse acorda e antes que os seus familiares acordassem, ela sai para ir ao mercado até que seguindo pela calçada um rapaz desembalando uma droga em meio a um plástico logo a sua frente senta-se logo a sua frente tendo o efeito da cocaína sendo ali realizado e ajoelhado aos seus pés clama pela ajuda dela, mas um de seus melhores amigos pelo qual esconde a sete chaves um sentimento bom à vista alvejada pelo moço, olha para os dois lados da rua para atravessar, empurrá-la e chutar o rapaz que somente queria alimentar-se e uma blusa de frio.


- Por que fez isso? Ele não iria me fazer nada.
- E o que ele queria com você?
- Não sei. Você não o deixou falar!
- Com essas coisas você sabe que não pode brincar! Sabe lá que esse rapaz poderia fazer com você.
- Está certo. Só que olha lá! Ele está passando mal [...] Não vamos continuar sendo insensíveis e cegos igual ao mundo inteiro! Pelo menos vamos ali comprar um pão para ele comer, tira essa camiseta e dá a ele!
- Quem não garante que ali na esquina ele não troque o pão e a camiseta ali na esquina com um vendedor [...].
- Não pode pensar assim toda vez [...]. As pessoas são diferentes umas das outras pelo pensamento olha pra gente agora! E quem garante que ele vai comer aqui mesmo o pão e por a camiseta ou ali na esquina mesmo!
- Ok. Faça o quiser! Depois não diga que eu não avisei. – Começou a andar em direção à sua casa.
- Vai pra onde?
- Pra onde você acha? A minha mãe está me esperando para tomar café.
- Vai com Deus.


- Amém. – Saiu em direção à sua casa.
Ela estendeu o braço para o moço levantar.
- Me acompanharia até o supermercado?
- Sim. Se não for nenhum incômodo!
- Sem drama! – Respondeu ela.
- Obrigado por ter me ajudado! Aquele menino é alguma coisa sua?
- Só um amigo e nada mais.
- Entendi. Prefere comer o quê?
- Qualquer coisa! Não importa o que seja.
- Ok.
- Só você vive essa vida nas drogas da sua família?
- A minha história o que ela tem de grande, complexa e um pouco engraçado é bem capaz de que não entenda, mas, respondendo a sua pergunta. Sou o único da família!
- Por que engraçado?
- Por conta do vício perdi um diamante raro [...].
- É poeta?
- Não! Quem me dera ser poeta. – Sorriu.
- Quando disse no diamante raro, em quem estava se referindo?
- Minha mãe [...]. Uma divina com o fornecedor foi bastante para que ela morresse!
- Nossa! Que triste. Isso explicaria o porquê de estar morando na rua?
- Sim.


- Nunca pensou em esclarecer esse desentendido?
- Não adiantaria, pois não me aceitaria da forma de como sou.
- Será que não?
- Queria pedir a eles perdão pelo meu jeito mesmo que isso não traga a minha família de volta!
- Por que você não tenta?
- Não tenho mais coragem de olhá-los no fundo dos olhos [...].
- Por que não?
- Por conta desse vício maldito!
- E se propor a eles de que irá se tratar [...]. Vocês podem promover uma campanha em todo canto para a arrecadação da verba para o tratamento!
- Como e por onde eu começo?
- Aí meu Deus! – Espantada ao olhar o relógio.
- O que foi?
- Preciso ir! O meu pai vai acordar para tomar café e ir trabalhar. Encontra-me aqui mais tarde?
- Que horas?
- Ao anoitecer.
- Tudo bem.
- Tchau. – Deu um beijo na bochecha do rapaz entrou correndo no mercado. Comprou o pão e foi correndo para casa.
- Que demora menina! – Falou a mãe.
- A fila para pegar o pão estava muito grande.
- Ok. Vai acordar o seu pai! – Desligando a boca do fogão que esquentava o café.
- Tá.


Depois do café da manhã ela arrumou a sua cama, arrumou a mesa do café, disse à sua mãe que iria à casa de sua colega da faculdade para terminar um trabalho quando na verdade ela ia tomar conhecimento do altíssimo preço que às vezes é cobrado por ser bonzinho, ela é pego por trás e pelos braços, o rapaz empurrou ela para dentro de um depósito de lixo e lá ela viveu o pior momento de sua vida. Ela foi abusada por doze rapazes das quais ela não viu o rosto até que o tal viciado chegou e a salvou.
- Nossa! Obrigado. Se não houvesse chegado não sei o que seria de mim.
- Que isso faria de novo se fosse preciso.
- Eu tenho um amigo que é locutor de rádio que pode te ajudar a pedir perdão à sua família!
- Ah é! E em qual rádio ele trabalha?
- É aqui perto!
- Mas tem aquelas rádios de transmissão nacional e municipal.
- Entendi. Aí eu já não sei, mas nós podemos perguntar!
- Boa!
Eles foram até a central da rádio que ficava a duas quadras dali. Ela conversou com o seu amigo que permitiu que o moço fizesse a mensagem e que fosse transmitida pela rádio. No entanto, quando sua irmã ouviu a mensagem do outro lado, as lágrimas rolaram e ela acabou deixando cair no chão uma travessa de vidro que estava secando cair no chão e o irmão dela pergunta.
- O que foi? Está tudo bem aí?
- O nosso irmão está no rádio!
- O que foi? – Saltou da cama o rapaz impressionado. – Ele disse aonde e como está? – Perguntou.
- Zona sul de São Paulo.
- Mas deixou o endereço?
- Não.


- Que rádio é?
- Metropolitana.
- Pega o número telefônico no site!
- Isso que estou fazendo agora.
Depois de pegar o número na internet a menina pegou e discou no telefone, mas somente caía na caixa postal.
- E aí?
- Caiu já na caixa postal novamente!
- O que acha de nós irmos pra lá de novo?
- Uma boa, mas você tem dinheiro?
- Sim. Só falta saber qual é o preço da passagem na rodoviária!
- Vou dar uma pesquisada aqui!
- O que você quebrou?
- A travessa de vidro. O que vamos dizer ao papai?
- Que nós vamos fazer uma visita a um amigo seu.
- Tá. Ok!
Ao fim da tarde ela chegou a na cidade de São Paulo e foram logo a radio. Disseram que o rapaz pelo qual foi cedido o espaço na programação é irmão deles. Com isso o radialista ligou para a sua amiga dele e combinou um local para fazer o encontro surpresa da família toda reunida no dia seguinte.
No amanhecer do dia seguindo o rapaz, morador de rua foi acordado por sua nova amiga e ela pediu que ele a acompanhasse sem que soubesse de nada. Quando chegou a uma praça ele logo reconheceu os seus irmãos de costas para ele que não conseguiu a partir de então segurar as lágrimas e eles enfim, se perdoaram e disseram um ao outro que nada e ninguém viriam a separá-los novamente.
O amigo radialista da garota percebeu de que estava com umas marcas estranhas e perguntou descontraído.
- O que te aconteceu?
- Passei por um episódio triste ontem.
- O que aconteceu?


- Quase fui estuprada ontem [...] Só não fui graças a este meu amigo.
- Já foi à delegacia fazer o boletim de ocorrência? Contou aos seus pais?
- Ainda não.
- Está esperando o quê? Quer que eu ajude você estando contigo quando contar?
- Estou com medo! Sim.
- Não é pra menos!
Deixaram-nos lá no momento angelical e familiar e ela foi lá com o radialista contar e não foi pra menos, sua família deu parte na delegacia além de promover uma campanha contra esses absurdos na vida de uma mulher.

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Título:O altíssimo preço da Vida

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