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Acessórios que iluminam

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Jóias Relógios
Comentários: 3
Acessórios que iluminam

Os acessórios fazem parte da vida dos humanos desde há milhares de anos. Certamente que assim que surgiram os primeiros humanos logo surgiram os primeiros acessórios. Faz parte da natureza humana.

Segundo as crenças religiosas, a vaidade é um pecado, no entanto, a verdade é que nem as pessoas mais religiosas do mundo conseguem resistir a um boa peça de joalharia ou a um bom relógio por exemplo. Mas isso agora não interessa.

Os acessórios sempre fizeram parte da vida das pessoas, e atualmente são indústrias que movimentam milhões. Isso deve-se ao facto de as pessoas realmente gostarem de os comprar e principalmente de os exibir.

Um acessório de qualidade e bem escolhido de acordo com a personalidade e estilo da pessoa, com a roupa e com a ocasião em que vai ser usado, dá um outro brilho a qualquer pessoa e cria uma outra impressão nas pessoas em redor, tornando essa pessoa mais “especial” e fazendo com que o seu ego se preencha totalmente.

Além disso, a pessoa quando usa uma joia bonita e de grande valor ou um relógio elegante e valioso, torna-se mais confiante e sente-se mais valorizada, isto porque de facto passa a ser mais valorizada e a ser tida mais em consideração pelo facto de usar esse tipo de acessórios.

Os relógios e as joias realmente iluminam e criam uma aura especial em redor das pessoas que as usam, e são usadas como manifestações exteriores de poder económico, estatuto social, sucesso pessoal, etc. E aqui o tamanho também conta, porque quanto mais opulento for o relógio ou maior for a peça (ou o diamante), maior é o sinal de riqueza e de poder económico.

Este tipo de acessórios são muito usados como prendas, principalmente para oferecer à pessoa que se ama. E quando uma pessoa recebe um relógio magnífico ou uma joia valiosa numa situação destas vai certamente sentir-se radiante e muito feliz.


Carlos Vieira

Título: Acessórios que iluminam

Autor: Carlos Vieira (todos os textos)

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Imagem por: Jesse Kruger

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    21-09-2014 às 14:15:36

    Gosto de usar acessórios, pois é isso mesmo que acontece: iluminam! Mas, uso alguns como brincos grandes, cintos e as vezes, colares. Gosto do estilo mais simples!

    ¬ Responder
  • Rafaela CoronelRafaela

    21-09-2014 às 03:29:43

    A vaidade é algo que a pessoa usa de excesso. Não vejo o acessório como algo pecaminoso, pois quando usado de maneira simples e discreto, fica muito elegante e charmoso.

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    09-05-2014 às 16:33:40

    Os acessórios quando utilizados sem exageros realmente iluminam o visual da mulher. Existem acessórios dispensáveis, que a mulher usa mais por vaidade mesmo e isso está no coração, não depende do exterior. O melhor é que quanto menos acessórios, melhor! Use apenas o essencial!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Imagem por: Jesse Kruger

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