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Cores Neon - Verão 2011

Categoria: Vestuário
Comentários: 1
Cores Neon - Verão 2011

As cores neon, ou seja, cores fortes e vivas, são uma das grandes tendências para a moda de este ano, principalmente, para este Verão de 2011.

As calças, tops, vestidos, casacos e acessórios, todos eles são apresentados, como já vimos nas lojas, como que revitalizados com estas cores fortes.

Esta é uma tendência que não tem a sua importância nas cores utilizadas, mas também, o que a torna relevante e interessante, são os cortes dados às peças e os materiais utilizados.

Em termos de corte, somos confrontados com linhas extremamente rectas e peças de tal forma, estruturadas que parecem ser extremamente rígidas e futuristas.

Temos porém, ao mesmo tempo a utilização destas cores em peças mais clássicas, o que só vem trazer a todo o revivalismo, que é o lema deste ano, um novo look.

No que diz respeito aos materiais, podemos encontrar tecidos que são mais quentes que o normal para o Verão, mas que sendo compostos por fibras naturais, conseguem não ser demasiado quentes.

Temos também, estas cores implementadas em tecidos extremamente finos, como cetins e sedas, o que torna determinadas peças óptimas para um tempo mais quente.

Seja com um corte recto, linhas futuristas ou vestidos largos e longos, podemos confirmar que esta tendência ainda não, chegou ainda a ser inteiramente bem recebido pelo público feminino este Verão, mas tente sempre implementar no seu guarda-roupa, uma ou outra peça que siga esta tendência, pois verá que entretanto, ela estará tão difundida como qualquer outra.

Tire proveito e brinque com esta proposta e verá que este será o seu Verão mais cheio de cor e boa disposição.


Bruno Jorge

Título: Cores Neon - Verão 2011

Autor: Bruno Jorge (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    12-06-2014 às 20:20:18

    Não sabia o que eram as cores neon, mas agora que li seu texto já sei..eheheh
    Adoro as cores vivas, principalmente, as cores em verde!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Cores Neon - Verão 2011

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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