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Sweat shirt: para uma caminhada ao domingo

Categoria: Vestuário
Comentários: 2
Sweat shirt: para uma caminhada ao domingo

Quando pensamos numa peça de roupa confortável, simples e prática, logo nos surge na ideia a sweat shirt.

É raro o roupeiro onde não exista pelo menos uma peça deste vestuário.

De todas as cores e em vários modelos, para homens, mulheres e crianças, a sweat shirt é o complemento perfeito para a sua colecção de roupa desportiva ou para usar com calças de ganga nas suas caminhadas de Domingo.

Esta peça de vestuário permite manter um visual fantástico e cheio de estilo, mesmo sendo uma roupa mais informal. Com ou sem capuz, é perfeita para actividades ao ar livre ou para se manter quente depois da prática do seu desporto favorito.

É macia e aconchegante, pelo que também é eleita por quem gosta de aproveitar as noites frescas de verão para um passeio.

De corte simples, o modelo sem capuz é muitas vezes escolhido para fazer parte dos uniformes escolares.

Tal é simpatia que esta peça inspira que nenhuma das marcas mais famosas de roupa se esquece dela nas suas colecções anuais e muitas empresas escolhem-na como veículo publicitário.


Rua Direita

Título: Sweat shirt: para uma caminhada ao domingo

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Imagem por: lululemon athletica

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    09-06-2014 às 03:47:11

    Ahhh, eles são excelentes mesmo! O sweat shirt é um verdadeiro estilo de peça de roupa. Muito lindo!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • Sofia NunesSofia Nunes

    16-09-2012 às 16:00:06

    Concordo com este texto sobre as virtudes das sweat shirts. É importante que nos mantenhamos afastados da ideia de que para estarmos bem vestidos/vestidas é necessário envergarmos roupa formal, uma vez que isso só demostra que temos pouca versatilidade e que, afinal, percebemos muito pouco das regras do estilo e da elegância. É, portanto, necessário adequar aquilo que vestimos a cada ocasião. Neste sentido, a sweat shirt pode ser a companheira de muitas ocasiões descontraídas.

    ¬ Responder

Comentários - Sweat shirt: para uma caminhada ao domingo

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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