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Início > Textos > Categoria > Vestuário > A moda e o tempo

A moda e o tempo

Categoria: Vestuário
Visitas: 8
Comentários: 5
A moda e o tempo

O vestuário é uma tendência de mudanças tanto masculino como feminino depende da época do tempo, do local enfim tudo parece ser ao estilo das mudanças.

A roupa também é chamada de vestuário, ou seja, indumentária, ou qualquer objeto usado para cobrir o corpo, ou seja, cobrir certas partes do corpo.

A roupa varia de região para região, de pessoas a pessoas e também de ocasião

Diferentes. A roupa é usada em diferentes lugares e diferentes ocasiões como

Exemplo: Trabalho, casa, escola.

Hoje a maioria das pessoas segue a tendência da moda, o vestuário ou indumentária é prioridade na vida das pessoas, vestir é como comer, beber.

Dormir, vestir é sinônimo de bem com a vida.

Quando Eva e adão tiveram que se vestir para cobrir seus corpos por conhecer o pecado, o vestir na época era Apenas a maneira de cobrir o corpo, ou seja, o pecado.

Passado o tempo veio a ser como, uma necessidade vestir-se bem, ouvem épocas marcante época em que a moda era o auge, era o topo de tudo.

Houve década de grandes mudanças, muito colorido, roupas que chamava atenção. Época de grande explosão, época em que os jovens influenciados pela idéia de liberdade, de novas mudanças e comportamentos, e começava a ser a sociedade do consumismo, época de transformações radical, o fim da moda única, houve pessoas que passou a ter varias propostas e forma de vestir ligado ao comportamento.

As empresas criaram produtos especifico para todos os jovens, a moda era não seguir a moda, o que representava claramente um sinal de liberdade e com isso a confecção ganha cada vez mais terreno e necessidade de criatividade para suprir o desejo por novidades.

O importante passaria a ser estilo e o costureiro a ser chamado de estilista.

A moda é o tempo, e é tempo de inverno e verão, há vestuário de varias maneiras.

Criança, jovem e adulto, a moda varia de esporte a estilo praia, inverno e verão.

As roupas usadas também variam de acordo com a temperatura, temperatura baixa requer roupas pesadas que ajude a isolar ou reter o calor como a lã por exemplo.

Já em outras regiões quentes, as roupas leves como a camiseta, camisas top e bermudas, shorts são largamente usadas pro estilo verão,

Verão são roupas leves, frescas, inverno roupas pesadas e quentes.

O vestuário hoje é um estilo próprio de acordo com a moda e a ocasião.

Já a mini-saia, por exemplo, é um estilo que varia inverno e verão, com ela no inverno usa-se com a bota cano longo, e um, sobretudo fica um estilo moderno de usado pro inverno.

Já a mini-saia com sandálias torna esporte e fresco pro verão.

Como ver vestuário requer acessórios que é o complemento da moda e com isso

A mulher se torna mais elegantes e com um estilo próprio de acordo com o tempo e a ocasião.


Waldiney Melo

Título: A moda e o tempo

Autor: Waldiney (todos os textos)

Visitas: 8

807 

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Comentários     ( 5 )    recentes

  • SophiaSophia

    08-06-2014 às 05:24:10

    Não tem como seguir a moda, pois está em constantes mudanças. Novas tendências aparecem, novos modelos e isso de forma muito rápida. Mas, o melhor mesmo é seguir o que gosta, de acordo com sua personalidade e preferências.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoGaby

    08-05-2013 às 09:51:46

    Esse texto me ajudou muito para meu trabalho sobre vestuários e o tempo, obrigado.

    ¬ Responder
  • VictoriaVictoria

    05-11-2011 às 22:55:04

    Obrigada voces me ajudaram muito...com o meu trabalho sobre ''moda e tempo''
    Valeu ;)

    ¬ Responder
  • juliana e Luísajuliana e Luísa

    02-02-2010 às 16:46:21

    adoramos o texto, pois no ajudou no nosso trabalho sobre moda :D
    O texto é bem completo, e ajuda qm nao tem estilo. ^^

    ¬ Responder
  • juliajulia

    21-05-2009 às 13:38:02

    Esta muito bom este texto!
    Era tudo o que eu queria para a minha pesquisa. Obrigada!

    ¬ Responder

Comentários - A moda e o tempo

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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