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Início > Textos > Categoria > Vestuário > Dê uma reviravolta ao seu armário

Dê uma reviravolta ao seu armário

Categoria: Vestuário
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Comentários: 3
Dê uma reviravolta ao seu armário

No que toca a arrumações, nada me agrada mais do que chegar a casa com novas peças de roupa e arrumá-las no armário. Nada me motiva mais a arrumar o guarda-roupa! Gosto de retirar peças que já não visto, quer seja por me ter desgostado delas, ou apenas porque não me parece que me favoreçam – dou por mim a pensar no dia em que também elas foram novas e como estava feliz com a sua aquisição !!

Como qualquer mulher, gosto de ter peças de roupa para ocasiões distintas: peças mais casuais, roupa para o dia-a-dia e um número reduzido de toiletes de cerimónia. Como tal, há que saber dividir e arrumar o armário da forma mais prática e de acesso rápido às roupas mais requisitadas.

O ideal é possuir um armário que comporte gavetas, cabides e, ocasionalmente, uma zona em que pode arrumar roupa dobrada, empilhando peça sobre peça.

Nos cabides, que devem ser de diferentes formatos e objectivos, opte por arrumar calças, saias, camisas, coletes, casacos, calções, blusões, vestidos e blusas ou camisolas mais finas. Reserve a zona menos acessível do roupeiro para a roupa de cerimónia e casacos de inverno de grande volume. Na época do frio, poderá alterar esta ordem, destinando o espaço menos alcançável a vestidos e outras roupas de verão.

Nas gavetas, tem duas opções: pode colocar roupa de estações diferentes da actual, impedindo que se sujem e onde menos a perturbarão; ou então, pode optar por arrumar roupa interior, meias, collants ou pequenas peças que utiliza todo o ano. Pessoalmente, gosto de destinar as gavetas a roupa que não uso durante meses, libertando o espaço que resta às peças que utilizo naquela estação.

Para quem tem espaço, sugiro que separe as peças de roupa consoante a sua natureza ou objectivo. Por exemplo, gosto de separar as camisolas de lycra das restantes e separo as que normalmente utilizo para jantar fora ou sair à noite num local distinto. Assim, na altura de escolher, não perco tanto tempo à procura do que quero, pois sei à partida a zona onde muito provavelmente estará a roupa que pretendo.

Para mim, esta forma de arrumação faz sentido e aplica-se da melhor formas ao espaço que tenho. Existem no mercado várias soluções para arrumação. Procure informar-se sobre estas e perceber quais são as que melhor se adequam a si e ao seu armário.



Cláudia Bandeira

Título: Dê uma reviravolta ao seu armário

Autor: Cláudia Bandeira (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • SophiaSophia

    09-06-2014 às 01:41:41

    Tento evitar deixar o armário bagunçado, pois quando se procura uma roupa, acabamos não encontrando. É tão importante deixá-lo bem organizado, ainda mais ao sair de casa para trabalhar.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoCarla Horta

    09-09-2012 às 12:31:19

    Como tenho armários grandes e bastante espaço, optei por colocar uma peça de roupa por cada cabide e está dividido em categorias e cores. por exemplo, saias de um lado, separadas por cores, calças também e depois camisas e casacos. Até nas prateleiras das camisolas está assim. Para arrumar é mais fácil também.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoClarinha

    24-08-2009 às 12:17:34

    Oi..estive lendo este artigo e uma boa ideia é tambem arrumar a roupa por cores..ou seja os tops pretos todos juntos, camisolas de malha azuis todas juntas e etc..è muto prático para quem tem bastante roupa..Sempre que queremos um top preto já sabemos onde esta.

    ¬ Responder

Comentários - Dê uma reviravolta ao seu armário

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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