Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Vestuário > Saiba como conjugar botas com o seu visual

Saiba como conjugar botas com o seu visual

Categoria: Vestuário
Comentários: 1
Saiba como conjugar botas com o seu visual

Com a proximidade do outono e do inverno, damos início a uma nova fase da moda, nos preparamos para mudar o visual de extrovertido, leve, casual e alegre, para a composição do chic, , elegânte e aquecedor, sem no entanto perder o toque de alegria. Nessas estações do ano, o vestuário tem que ser composto por roupas que mantenham a temperatura do corpo para surportar as baixas temperaturas. Até aí tudo bem, é sabido que para se usar uma camiseta regata, é preciso tirar a velha jaqueta do armário e escolher com o que vestir, conjugar botas, saias, meias, blusas e toucas.


É nos dias mais frios que se procura abrir a sapateira para ver se os calçados fechados estão prontos para serem usados, especialmente as botas que além de ser um charme usa-las, aquecem e estão sempre presente nas estações mais frias ou mesmo quando não, nos dias de chuva. Para quem ainda não tem um par de botas, pode investir sem medo, bota tem tudo a ver e não sai de moda. Para não se sentir deslocada comprando um par de botas que sugira apenas uma tendência da moda, opte pelas mais tradicionalmente conhecidas e as de cor escura como preta, marrom e vinho, o charme será mantido sem no entanto, correr o risco de ter que passa-la a diante quando o verão voltar. O bom da bota é isso, dura para outros invernos ou sempre que tiver vontade de usar.

Uma bota muito versátil, é a de cano curto e salto médio, esse modelo fica muito bem com calças retas incluindo o jeans, mais fique atenta e mesmo que veja uma cara amiga usando uma bota dessas com a calça por dentro ou curta, não repita esse erro. A bota de cano curto, seja de salto médio ou alto, é para ser usada com a calça por cima e tem que ser uma calça que tenha bainha no peito do pé. Já a bota de cano longo, essa sim, é própria para usar com a calça por dentro da bota e a calça precisa ser tipo justa. A bota cano longo também conjuga um bom visual com saia longa ou saia até os joelhos, só que as mulheres de menor estatura devem evitar esse tipo de bota, é mais indicada para as mais altas e magras.

Quanto a hora do dia para usar sua bota, fique à vontade, qualquer hora do dia ou da noite é a hora certa, o importante é aliar o tipo de bota ao seu estilo. Com essa breve sugetão, fica claro que compor o visual usando botas deixa a mulher linda.

Sílvia Baptista

Título: Saiba como conjugar botas com o seu visual

Autor: Sílvia Baptista (todos os textos)

Visitas: 0

707 

Imagem por: It's Holly

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 1 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    19-08-2014 às 23:14:10

    Adoro o visual com as botas, ficam bem elegantes. Como conjugar botas com o visual é bem interessante, pois nos dá uma ideia de como nos vestirmos nesse período.

    ¬ Responder

Comentários - Saiba como conjugar botas com o seu visual

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Os descendentes de Eça

Ler próximo texto...

Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Imagem por: It's Holly

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios