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Antiguidades: o tempo de antena do passado no presente...

Categoria: Antiguidades
Visitas: 6
Comentários: 1
Antiguidades: o tempo de antena do passado no presente...

Normalmente, as antiguidades são confundidas, ou com tralha, ou com algo muito valioso. Grande parte deste valor, porém, reside no domínio da reminiscência e do sentimento, pelo que é objectivamente subjectivo. Andam a par do coleccionismo e há quem as considere como uma mania. Esta “pancada” começa, regra geral, ainda durante a infância, onde se guardavam cromos, canetas, folhas de carta, porta-chaves, moedas e tantas outras coisas que, à partida, não teriam um destino traçado.
Ainda assim, iam-se amontoando em locais “seguros” e distantes da vista e do alcance da mãe, sobretudo em alturas de arrumações, e dos irmãos mais novos, verdadeiros arautos da destruição e profetas da demolição de sonhos.

Muita gente dá continuidade, pela vida fora, a estes ajuntamentos, como costume ou hobby, não do mesmo tipo de coisas, supostamente, desejavelmente pelo menos, mas de objectos que lhes transmitam, de uma forma ou de outra, e por razões distintas, uma mensagem de paz, amor, harmonia e sabedoria. De facto, as antiguidades possuem o condão de não deixar morrer o passado e de veicular e relembrar recados, expressões, momentos e pessoas especiais, eventualmente falecidas ou geograficamente distantes, mas, em todo o caso, muito importantes. Ajudam ainda a incrementar a gratidão pelos que estão perto e se vão, deste modo, fazendo mais presentes.

As antiguidades funcionam para nós como um baú de recordações, de onde se desfiam memórias que convocam emoções eternas. Mesmo que os seus autores desapareçam das nossas vidas, o seu traço jamais será dissociado daquele corpo inerte, que, de repente, parece ganhar vida e espelhar um olhar, fazer ecoar uma voz tão familiar, emitir um afago no rosto…

Perante uma tal implicação dos afectos, o que interessam as pratas, a arte sacra, as porcelanas, os móveis de estilo e tantas bugigangas que não nos dizem absolutamente nada?

O culto pelas antiguidades é visto por alguns numa perspectiva de arquivamento do seu valor patrimonial, para além do indiscutível prisma decorativo.

Porém, os gostos e as circunstâncias vão mudando e o que constituía uma antiguidade a ser usada no âmbito da decoração e do lar, passou a integrar investimento especulativo.

Paralelamente, a própria noção de antiguidade vai sofrendo a erosão dos tempos, e varia de acordo com os prefixos intrínsecos de cada geração. Todavia, por mais metamorfoses que sofra, a velhice, seja do que for, traz sempre agregada uma história, lembra um lugar, marca uma época, comporta um ensinamento. Afinal, trata-se de viver o suficiente para ter a casa cheia de antiguidades e para não poder passar sem elas!



Maria Bijóias

Título: Antiguidades: o tempo de antena do passado no presente...

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

Visitas: 6

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • bilubilu

    14-03-2010 às 13:09:21

    tinha que ter sobre o tempo na antiguidade eu to tentando fazer umas pesquisa mas não acho nada bah vcs tinham que ter um pouco mais de consideração né!

    ¬ Responder

Comentários - Antiguidades: o tempo de antena do passado no presente...

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Contador de moedas

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Tema: Material Escritório
Contador de moedas\"Rua
O mundo dos negócios exige um grande dispêndio de energia e muitas horas de trabalho. No entanto hoje já é possível fazer recurso da alta tecnologia para poupar tempo e dinheiro. O recurso às funções do computador para o comércio facilita e atrai muitos clientes para empresas e comerciantes. No que diz respeito a contas é possível fazer uma contagem rápida e eficaz do dinheiro, sem passar horas a contar e com o risco de engano. É por isso que cada vez mais pessoas ligadas a negócios e serviços optam por adquirir um contador de moedas. Deste modo sabem que poupam tempo e não falham na sua contagem.

Dos inúmeros equipamentos que a alta tecnologia põe ao dispor, este é sem dúvida um equipamento que beneficia em muito o trabalho de muita gente. Por ser pequeno é muito cómodo e exige pouco espaço, ou melhor pode ser colocado em qualquer lugar.

Torna-se evidente que as novas tecnologias vieram para simplificar a vida e trazem muitas vantagens, rentabilizam e poupam tempo. No caso do contador de moedas, sem enganos, falhas e complicações. É o ideal para ter num escritório de uma empresa, em escolas, cafés, pastelarias, salões de jogos, bancos, cinema, serviços financeiros e de tesouraria e outros ligados a serviços públicos e privados.

Em resumo, se está ligado a qualquer trabalho de comércio ou serviços pode poupar muto tempo e problemas apenas colocando um equipamento destes no seu espaço de trabalho. As suas vantagens são inúmeras, em especial: permite realizar uma contagem rápida das moedas dividindo-as e fazendo a sua soma, conta o total das moedas, o valor total em cada tipo de moedas e a quantidade de todas as moedas.

Contem e separa no mínimo duzentas e vinte moedas por minuto, sem erro, conta e separa tudo no mesmo equipamento, permite alimentar o aparelho com quantidades entre as trezentas e quinhentas moedas de cada vez e continuar a adicionar mais moedas enquanto está a contar. Além disso o aparelho pode ser programado para separar um número de moedas predeterminado.

O seu design é bastante inovador e resistente. Os materiais de elevada qualidade, de fácil ligação e paragem automática.

Possui uma elevada funcionalidade, baixo consumo (70W), pouco peso, aproximadamente quatro kg, velocidade ultra rápida, pequena dimensão e estão todos certificados pela EU. Deste modo também possuem garantia, são fáceis de usar e de arrumar.

As suas funções práticas permitem que o contador de moedas possa estar em qualquer lugar.

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Teresa Maria Batista Gil

Título:Contador de moedas

Autor:Teresa Maria Gil(todos os textos)

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