Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Antiguidades > Conheça o vendedor antes de comprar uma antiguidade

Conheça o vendedor antes de comprar uma antiguidade

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Antiguidades
Visitas: 7
Conheça o vendedor antes de comprar uma antiguidade

Conhecer o vendedor antes de comprar uma antiguidade é a forma de garantir que o negócio que se está pretendendo fazer será seguro.

Quando se compra uma antiguidade se está comprando uma arte, uma arquitetura ou um mobiliário que reflete uma determinada época e um determinado modo de agir e pensar. Os detalhes do objeto a ser adquirido, o seu estado de conservação, o seu valor histórico e econômico e a sua procedência são informações extremamente relevantes ao processo de compra e venda.

Sendo assim, o vendedor é o elo de ligação entre as informações desse objeto e a oportunidade de adquiri-lo. Sob esse prisma é importante que essa pessoa que está mediando o negócio tenha credibilidade e experiência, pois partirá dela a garantia da qualidade do produto. Está nas mãos do vendedor transmitir as reais informações da antiguidade, pois o cliente não tem como saber a verdadeira procedência do produto.

A confiança no vendedor passa a ser, então, o sentimento que irá determinar o sucesso da aquisição da antiguidade desejada.

Mas como conhecer o vendedor antes de efetivar a compra? Como adquirir essa confiança? Como saber se ele tem credibilidade?

Para obter tais informações faz-se necessário um trabalho de pesquisa e coleta de dados bem simples. Deve-se procurar saber antes da compra propriamente dita quantos negócios esse vendedor já realizou, quanto tempo ele está nessa função e nesse estabelecimento comercial, qual é a experiência e estudo que ele possui em antiguidades e se, possível, tentar conversar com alguém que já tenha feito negócio anteriormente com esse vendedor sobre suas impressões e o desfecho da compra. As referências pessoais são muito importantes, pois determinam a credibilidade de uma pessoa.

Além disso, verificar se os prazos, condições e formas de pagamento são cumpridas após a compra, assim como a entrega do produto sem nenhum dano também são dados importantes de se obter antes de realizar a aquisição de uma antiguidade.

Essas informações são facilmente conquistadas com visitas, observações e conversas prévias com o próprio vendedor e outros compradores.

A obtenção de uma antiguidade é uma forma de reviver um tempo ou costume que se admira como se pudéssemos montar um quadro real do passado. Os admiradores do antigo são colecionadores de valores e padrões estéticos refinados, preferem a riqueza dos detalhes à praticidade e tecnologia da decoração contemporânea.

Diante disso, a aquisição de uma antiguidade é um evento bastante importante para um colecionador. Daí a importância de efetivar a compra com toda a garantia e tranquilidade necessária. E essa garantia vem quando conhecemos o vendedor.


Rosana Fernandes

Título: Conheça o vendedor antes de comprar uma antiguidade

Autor: Rosana Fernandes (todos os textos)

Visitas: 7

673 

Imagem por: Michiel2005

Comentários - Conheça o vendedor antes de comprar uma antiguidade

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Pulp Fiction: 20 anos depois

Ler próximo texto...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

Pesquisar mais textos:

Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

Imagem por: Michiel2005

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios