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Os antigos relógios de bolso

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Antiguidades
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Comentários: 4
Os antigos relógios de bolso

Olhamos para o pulso como um impulso e refletimos sobre o tempo. Dependendo pelo que esperamos, consideramos que passou demasiado depressa ou se pelo contrário cada minuto equivaleu a uma hora. Temos, no entanto, todos a noção que o tempo passa em todos os momentos no mesmo tempo. Nem mais depressa, nem mais devagar. Demora sempre o mesmo tempo.

Se a forma de controlar o tempo que passa conta uma história a 2000 anos antes de Cristo, hoje em dia os relógios digitais já não são uma novidade.

Há 2000 anos A.C. os Caldeus espetavam um pau numa pedra ou no chão e começavam por dividir o dia em duas vezes doze horas. Egípcios, Hebreus e Incas foram aperfeiçoando a forma de dar horas, mas continuavam com o mesmo problema. Como fazer com que o relógio funciona-se à noite.

Na idade média, a forma de dar horas foi revolucionada com a invenção da ampulheta e o Holandês Christian Huychens, influenciado pelos estudos de Galileu inventou o relógio de pêndulo.

Se para o homem a importância de saber “a quantas anda”, esse conceito é cada vez mais importante. Com os horários a cumprir durante todo o dia, cada vez mais os relógios são fundamentais à nossa prestação enquanto profissionais e cidadãos. Mesmo como pais, maridos e mulheres.

Existe quem faça coleções de relógios e os tenha para combinar com toda a roupa. Há também que aposte numa qualidade única e use sempre o mesmo relógio, ou que olhe para as horas pelo telemóvel. Mas será quem ainda use os antigos relógios de bolso?

Há quem julgue que os antigos relógios de bolso estão ultrapassados e que deixaram de estar na moda há muito, muito tempo. No entanto ainda há quem use o relógio de bolso para estar a par das horas.

De porte clássico, estes relógios regalam o olho a quem ama antiguidades. Podem ser comprados em feiras de antiguidades, mas se quer um relógio de bolso antigo fiel, recorra aos antigos relojoeiros. Apesar de caros e exigentes de manutenção, estes relógios são autênticas obras de arte.

Podem e devem ser acertados todos os dias á mesma obra e tal é o tamanho de relíquia que muitos deles exigem corda permanentemente.

Se há quem considere que quem os usa é por norma de trato quase austero, tal a comparação aos Senhores de antigamente, a realidade é que estes objetos são magníficos e acrescentam ao traje, um porte bastante imperial.


Carla Horta

Título: Os antigos relógios de bolso

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Imagem por: matsuyuki

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • José Alves de Araújo Filhgo

    24-03-2014 às 23:31:21

    Sou aficssionado por Relógios de bolso antigos, não consigo ficar sem extremesser de emoção diante de uma destas incríveis maquininhas, no entanto em toda a minha vida eu só consegui comprar um original, tenho outros destes chineses fausos que só funciona por um mês, eu sonho muito em um dia poder possuir um Roscopf Patente medalhado, Original, se tiver ai alguém que está financeiramente estável e que queira me fazer feliz pro resto de minha efêmera e passageira vida, me presenteando com um, será a melhor coisa que vai me acontecer.e serei eternamente grato.
    meu contato:
    [email protected]

    ¬ Responder
  • Carol

    10-04-2013 às 19:46:05

    oi

    ¬ Responder
  • letícialetícia

    26-04-2012 às 01:52:51

    como você é especialista em relógios d e pulso como funciona eu preciso de vários tipos de relógios e estou n relógio de pulso responder o mais rápido possível.
    obrigado

    ¬ Responder
  • Geraldo ThomazGeraldo Thomaz

    24-09-2011 às 16:43:08

    Bom dia!!!!Tenho um relógio de bolso Antigo.Na parte frontal esta escrito Classic 17 rubis.Na tampa traseira,parte interna,tem uns dizeres: J.B.B, Métal Plaqué.Na parte externa, tem uma sigla JS.Ele é suiço.Do ano de 1944.Você poderia me ajudar, nao sei qual é a prossedencia deste relogio?Marca?

    ¬ Responder

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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