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Samsung Galaxy S4: Armazenamento pode ser feito para um MicroSD

Categoria: Telemóveis
Comentários: 2
Samsung Galaxy S4: Armazenamento pode ser feito para um MicroSD

Aqueles que adquiriram o Samsung Galaxy S4 devem ter gostado por serem capazes de instalar aplicativos e fazer transferências para um cartão micro SD. O aparelho Galaxy S4 pode acomodar o armazenamento externo de até 64GB.

Vamos aqui neste texto dar uma olhada nos tipos de usuários que se beneficiarão mais ao serem capazes de transferir aplicativos para um micro SD em seus celulares Samsung Galaxy S4.

Os jogadores
Os jogos móveis é uma indústria que está em rápido crescimento dispondo de muitos jogos. Até porque, os jogos em computadores ou consoles, muitas vezes, ocupam uma quantidade considerável de espaço. Os jogadores, em particular, queixavam-se da instalação de certos jogos, pois consumiam rapidamente muita memória e que danificava sua ROM após a instalação de apenas alguns jogos. Esses usuários, provavelmente, encontraram a solução simples e perfeita de transferência para o micro SD.

Usuários de aplicativos pesados
Similar aos jogos, muitos aplicativos podem ser compostos de arquivos grandes que rapidamente ocupam o espaço ROM. Por isso, os usuários que gostam de baixar todos os aplicativos mais recentes podem, em breve, fazer esse armazenamento interno. Uma das principais razões que o Android decidiu oferecer um dispositivo para transferência ao MicroSD era porque, muitas vezes, algumas aplicações não funcionavam adequadamente. No entanto, os usuários do Galaxy S4 terão agora a opção de manter os aplicativos mais adequados para o armazenamento interno em seus aparelhos do Samsung Galaxy S4 e contar com a transferência de apps para um armazenamento externo no micro SD.

Usuários que gostam de fazer backup de seus dispositivos
Muitos usuários preferem ter aplicativos instalados em seus cartões micro SD para protegerem seus dados em caso do seu hardware não mais funcionar. Com o Galaxy S4 os usuários podem alternar facilmente seu cartão micro SD em outro dispositivo. Isso tira o aborrecimento de ter que baixar novamente e reinstalar aplicativos e mídia um por um, o que é comum acontecer com a transferência do Google Play a partir de um dispositivo para outro.

Usuários com muita música e vídeo em seus dispositivos
Enquanto que a atualização do Samsung Galaxy S4 só especifica que os aplicativos podem ser instalados e transferidos para um micro SD, aqueles que têm um monte de mídia nos dispositivos também devem se beneficiar da nova capacidade. Além de apps, nada era baixado da loja Reprodução Google, tais como música e vídeo, eles não eram transferidos para uma Micro SD. Isso permanece ainda pelo Google Play nas faixas de mídia; no entanto, como os usuários agora podem instalar e mover apps, não há mais espaço interno disponível para música e filme para baixar na loja do Google Play. Além disso, os usuários também têm a opção de colocar faixas não baixados da loja Reprodução Google em seus cartões micro SD.


Vicente Silva

Título: Samsung Galaxy S4: Armazenamento pode ser feito para um MicroSD

Autor: Vicente Silva (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    03-11-2014 às 02:41:52

    Desde quando lançaram esse micro SD no Galaxy tudo ficou melhor e maias ordenado. Assim, podemos liberar espaço no celular. Muito bom isso!

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    02-06-2014 às 17:10:29

    Muito bom! Assim, podemos arquivar fotos, vídeos, documentos, enfim, ele é bem útil para também não deixar o samsung galaxy S4 pesado!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Samsung Galaxy S4: Armazenamento pode ser feito para um MicroSD

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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