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Início > Textos > Categoria > Telemóveis > Não deixe viciar a bateria do telemóvel

Não deixe viciar a bateria do telemóvel

Categoria: Telemóveis
Visitas: 32
Comentários: 7
Não deixe viciar a bateria do telemóvel

Os telemóveis são cada vez mais indispensáveis, porém é necessário ter cuidados especiais para não viciar a bateria.

Desde o momento da compra do aparelho torna-se útil seguir as instruções de carregamento para uma maior durabilidade.

Depois de devidamente informado sobre as funções e cuidados com o telemóvel deve deixar a bateria acabar completamente. Só depois é que deve ser posta a recarregar durante um período de oito a dez horas. Este limite não é igual para todos os aparelhos, depende dos fabricantes e da marca.

A maior parte dos telemóveis de hoje traz uma bateria de Lítio, enquanto os mais antigos trazem as de níquel. Estas são mais sensíveis ao recarregamento e viciam com mais facilidade.

Os factores que reduzem a duração da bateria e a viciam são essencialmente os seguintes: o processo de carregamento não ser finalizado, ainda com carga colocá-lo a carregar, não carregar apenas quando o telemóvel já não liga, deixar a carregar mais do que o tempo normal e não deixar a bateria ir até 0 a 10%. Deste modo é conveniente respeitar estas regras básicas porque de contrário a bateria vicia e dura menos.

O ideal é fazer ciclos regulares de carga e descarga na sua totalidade. Isto permite aumentar a sua durabilidade.

É importante ainda sempre que recarrega o telemóvel deixá-lo desligado e quando estiver totalmente recarregado retirar o carregador da tomada.

Dependendo do modelo do aparelho deve deixar a recarregar só o tempo necessário. Não faz bem tirar o telemóvel sem que esteja completo. Assim por exemplo nos celulares Nokia, as três primeiras cargas devem ser de oito horas. Já para os aparelhos LG e Motorola, basta que apareça a mensagem carga completa, na tela.

Se não seguir as instruções e recarregar mais do que é pedido, a bateria adquire memória infinita e limita-se a carregar apenas o suficiente a que está habituada. Deste modo leva à ruptura da capacidade e dura menos. Se por acaso a bateria for de lítio, só a longo prazo adquire memória, tendo deste modo maior capacidade de armazenamento. Estas são mais usuais devido a não serem tão frágeis, apesar de que todas as baterias acabarem por viciar.

Normalmente uma bateria dura três anos, se ela for bem estimada. Ao invés pode viciar depressa se for recarregada sem respeitar as instruções.

O principal efeito de viciação é a durabilidade reduzida da carga da bateria.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Não deixe viciar a bateria do telemóvel

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Imagem por: BitchBuzz

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Comentários     ( 7 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    29-10-2014 às 09:59:29

    Isso é um grande problema mesmo. A bateria do celular descarrega muitoffácil e rápido. Vou seguir as suas dicas para ter um melhor aproveitamento dele, pois ele sempre me deixa na mão. Obrigado!

    ¬ Responder
  • Alex

    05-09-2014 às 15:33:55

    Como podem falar em tempos de carregamento, de 8 ou seja lá o que for, se o carregador tem um sistema que recebe o retorno da carga quando completa da bateria (por isso o carregador tem 3 fios) que desliga quando as baterias estão carregadas. Se repararem até os carregadores ficam frios e os que têm ledes de sinalizacão apagam se, pois desligam mesmo...

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    02-06-2014 às 06:06:15

    É bem importante deixar carregando com o celular desligado, você vai perceber a diferença.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoMiguel

    28-04-2013 às 18:19:55

    Olá vim apenas desmentir o que foi dito.
    Não quero parecer rude mas, na verdade a Nokia foi convidada para uma entrevista onde algumas perguntas eram haver com a bateria. Sobre essas perguntas a Nokia desmentiu todos os boatos sobre a bateria, a bateria não fica víciada.

    ¬ Responder
  • Daniela VicenteDaniela Vicente

    16-09-2012 às 21:17:17

    como a autora disse devemos ter alguns cuidados na sua carga, e o facto de carregar com o aparelho desligado ou em standby é uma excelente opcção, pois diminui o rácio de carga/descarga, não se deve deixar descarregar por completo, mas também não se deve exceder o tempo de carga, se bem que os carregadores de telemóveis mais actuais deixam de carregar assim que recebem a informação de carga completa.

    ¬ Responder
  • Daniela VicenteDaniela Vicente

    16-09-2012 às 21:16:57

    Baterias viciadas é um mito, tanto seja de telemóveis, tablets ou portáteis. As baterias apenas vão perdendo a sua capacidade de carga. Grande parte das baterias utilizadas hoje em dia são de iões de lítio, as quais possuem um circuito eléctrico que faz a sua gestão tanto em carga como em descarga.

    ¬ Responder
  • Brayan Ramos

    06-10-2012 às 23:21:41

    Obrigado!
    Agora me sinto mais informado sobre isto!

    ¬ Responder

Comentários - Não deixe viciar a bateria do telemóvel

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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