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Conheça o Wi-Di – A Tecnologia Wireless Display

Categoria: Informática
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Conheça o Wi-Di – A Tecnologia Wireless Display

A maioria das pessoas já está habituada a ligar o notebook na televisão. Já nos casos em que se quer assistir a filmes e vídeos em alta definição, utiliza-se o cabo HDMI. Este método comum funciona muito bem, mas conta com algumas limitações, como por exemplo, gerar aquele emaranhado de fios. Mas agora, com a chegada do Wi-Di será possível fazer a transmissão de áudio e vídeo em alta definição sem a necessidade de fios, do notebook para a TV.

O que é o Wi-Di? Ele é uma nova tecnologia que possibilita um tipo de conectividade sem fio, para transmissão de vídeo e áudio. No caso de áudio a conexão pode chegar a até 5.2. Seu funcionamento é parecido com o do conhecido Wi-Fi e seu nome quer dizer Wireless Display (em português: tela sem fios).

Esta será uma solução padrão para os novos processadores da Intel Core. E assim, será possível assistir a vídeos ou filmes do ultrabooks, diretamente na televisão e em alta definição. Além disso, o Wi-Di também possibilita o compartilhamento de outros tipos de arquivos, fotos ou páginas da internet.

Segundo explicações de Fidel Rios, engenheiro de aplicações da Intel, o Wi-Di já está presente em alguns netbooks, ultrabooks e notebooks. Mas, a empresa Intel planeja implantar a tecnologia em diversos outros tipos de aparelhos, tais como: smartphones, tablets, TVs e outros. Com a nova conexão Wi-Di é possível transmitir vídeos FULL HD, com uma resolução de até 1080 linhas.

Além disso, o Wireless Display da Intel também permite a transmissão de filmes em 3D. E para isso, nem mesmo o seu ultrabook necessita suportar tecnologia 3D, bastando apenas usar o Wi-Di para transmitir o filme para assisti-lo na TV. Entretanto, para que seja possível a utilização dessa nova tecnologia, é necessário usar um receptor externo que ficará conectado na TV.

O aparelho receptor do Wi-Di fica conectado na televisão e assim, ele recebe o sinal do ultrabook, decodifica-o e o transmite para a TV. Mas, como passar do tempo será possível fazer TVs de alta definição, home theaters, centrais multimídia e, até mesmo, outros eletrodomésticos que tenham essa função embutida, eliminando a necessidade do receptor.


Rua Direita

Título: Conheça o Wi-Di – A Tecnologia Wireless Display

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 9 )    recentes

  • SophiaSophia

    06-05-2014 às 20:47:34

    O Wi-Di é muito prático, super eficiente e muito bom para ter em casa. Realmente, as tecnologias têm dado ao ser humano uma vida mais confortável, rápido e com a certeza de melhorar a cada dia!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • Ruben GonçalvesRuben Gonçalves

    07-10-2012 às 03:28:27

    Se pensarmos na inúmeras possibilidades que existem para as funcionalidades dos equipamentos domésticos do futuro, podemos esperar certamente uma grande variedade de soluções que nos vão facilitar a vida tornando-a mais organizada, eficaz e certamente muito mais confortável.

    ¬ Responder
  • Ruben GonçalvesRuben Gonçalves

    07-10-2012 às 03:28:17

    As funcionalidades que nos são apresentadas quando usamos equipamentos tecnológicos atuais são imensas e as ligações que podemos fazer entre eles podem certamente facilitar-nos a vida.Quando queremos mostrar uma imagem a uma pessoa no nosso telemóvel normalmente corre bem, mas se quisermos mostrar essa imagem a vinte pessoas? Basta ligar o nosso telemóvel à televisão e todos a podem ver de forma eficaz.

    ¬ Responder
  • Ruben GonçalvesRuben Gonçalves

    07-10-2012 às 03:28:04

    Inicialmente as tecnologias sem fios tinham uma baixa performance e por esse motivo, na maioria dos casos era preferível continuar a usar cabos sempre que possível. Com o passar dos anos essa realidade tem vindo a mudar. Atualmente as tecnologias sem fios conseguem ser extremamente eficientes e passou a fazer sentido deixarmos de ter tantos cabos espalhados pelas nossas casas.

    ¬ Responder
  • Ruben GonçalvesRuben Gonçalves

    07-10-2012 às 03:27:52

    A tecnologia evolui a uma velocidade assustadora. Quando antigamente tínhamos apenas uma televisão na sala, agora temos por toda a casa para além de várias televisões, leitores de DVD´s, sistemas de som, computadores e claro o nosso inseparável amigo, o telemóvel e como normalmente não vivemos sozinhos na nossa casa existem vários telemóveis.É sem dúvida alguma interessante livrarmo-nos de grande parte dos cabos que precisamos para todos estes equipamentos.

    ¬ Responder
  • Nilson EmpreendedorNilson Uemoto

    28-09-2012 às 06:36:03

    Que legal saber dessa novidade,não vejo a hora de ter essa tecnologia aqui em casa,já eliminei muitos fios aqui pois uso meu notebook através de sinal wifi com roteador, e com essa nova tecnologia será possível ligar o notebook a Tv e assistir filmes em alta definição.Ainda bem que essas novas tecnologias surgiram pois antigamente oque mais tinha no chão era um emaranhado de fios se enroscando.

    ¬ Responder
  • Daiany Nascimento

    27-09-2012 às 13:00:49

    Realmente o Wi-Di é uma nova tecnologia que possibilita um tipo de conectividade sem fio, para transmissão de vídeo e áudio. Imagine poder assistir a vídeos ou filmes do ultrabooks, diretamente na televisão e em alta definição, sem a necessidade daqueles cabos. Que muitas vezes viram um emaranhado de cabos. Além disso, o Wireless Display da Intel também permite a transmissão de filmes em 3D. Com certeza a tecnologia nos surpreende .

    ¬ Responder
  • Gabriela TorresGabriela Torres

    26-09-2012 às 03:22:55

    Sou fã de tecnologia.E preciso me informar mais sobre essa tecnologia wireless display.Provavelmente trata-se de algum tipo de sinal livre de internet só que dentro de um cd.Realmente,é uma ideia muito boa.

    ¬ Responder
  • Sofia NunesSofia Nunes

    24-09-2012 às 23:42:38

    Desconhecia o Wi-Di, nem tenho sequer o hábito de ligar o notebook à televisão, por isso gostei de aprender um pouco sobre estes avanços tecnológicos com a ajuda do seu texto. Apesar de, como referi, nunca ter conectado o portátil à televisão, é com agrado que recebo tudo o que venha simplificar a utilização das tecnologias sem as quais não vivemos. Nesse sentido, é óptimo poder sincronizar o notebook à televisão de forma tão simples.

    ¬ Responder

Comentários - Conheça o Wi-Di – A Tecnologia Wireless Display

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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