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Evolução de relógios de pulso

Categoria: Máquinas
Visitas: 24
Evolução de relógios de pulso

Os relógios de pulso são hoje muito populares e quase nunguém passa sem o seu uso. No entanto desde há seicentos anos que eles têm vindo a sofrer, de uma grande evolução.

A sua história começa no século XVI, altura em que surgiram os primeiros relógios que eram impelidos por uma mola motriz. Esta peça de metal enrolada em volta de um eixo, bastava para assegurar a energia cinética.

Os primeiros relógios eram apenas relógios de bolso que tinham uma corrente, mas que tinham únicamente o ponteiro das horas. Por isso não eram bastante precisos, o que fazia com que se atrasassem nas horas, várias horas ao dia.

Masmo assim eram vistos como um símbolo de estatuto, para quem os usava.

Mais tarde tornaram-se mais populares e acessíveis a muito mais gente. Foi contudo, com a invenção da mola de balanço, que conferiu ao relógio um ritmo muito mais resistente a certas perturbações e passou a ter os ponteiros dos minutos.

Em face deste acontecimento, a margem de erro das horas baixou muito, para cerca de dez minutos por dia.

Assim, os relógios passaram a ser usados para uma comunicação científica mais precisa e cada vez mais aperfeiçoados.

Apesar dos avanços que os tornava mais perfeitos, foi só no século XX que se tornaram mais populares, em virtude do rolamento de jóias que aumentaram a sua duração. Os anteriores eram de latão e não ofereciam a mesma resistência das jóias.

Quem tornou os relógis mais baratos e usados por todos, foi Auguste Verneuil, que inventou as jóias sintéticas, muito mais baratas.

A maior popularidade dos relógios verificou-se em 1950, devido á chegada dos primeiros relógios eletrónicos, que incluía um volante eletromagnético ou um minúsculo diapasão que vibra a uma frequência constante.

No entanto a sua evolução não parou por aqui, até que surgem os modelos de quartzo moderno, hoje tão utilizados.

Os relógios de pulso seguem as tendências da moda como qualquer objeto pessoal, e nem sempre foram vistos como itens em voga.

Na verdade os relógios de pulso foram desconhecidos até ao século XIX, sendo os de bolso muito mais antigos.

Os relógios de bolso eram considerados símbolos de masciulinidade, ao paçoo que os de pulso eram tidos como femininos.

Este conceito só mudou quando os soldados descobriram que os de pulso eram mais práticos e acesíveis.

Foi deste modo, a partir da I Guerra Mundial, que os relógios de pulso começaram a entrar nas massas.

O seu design foi cada vez mais aperfeiçoado, e surgiram empresas de grandes marcas de relógios.
Atualmente são instrumentos de grande precisão, muito populares e com preços para todosm os bolsos.

Há quem os veja ainda como uma tendência da moda, embora quase todos os usem, de diferentes marcas e modelos.


Pedro gil Ferreira

Título: Evolução de relógios de pulso

Autor: Pedro gil Ferreira (todos os textos)

Visitas: 24

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Comentários - Evolução de relógios de pulso

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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