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Criatividade mantém-se humana

Categoria: Máquinas
Criatividade mantém-se humana

Sentimento trava evolução da máquina

O Erro de Descartes foi defender o “penso, logo existo”. Como o provou António Damásio, neurologista e autor do livro indicado a sublinhado, a origem do pensamento e da criatividade, suporte das acções técnicas e da resolução de problemas (as mais-valias dos recursos humanos de qualquer empresa), reside no uso dos sentidos e do seu estímulo constante.

A máxima legítima seria então “sinto, logo existo, logo penso” ou “sinto, logo penso”.

É, sobretudo, por esta incapacidade de sentir, que a máquina não pode substituir a acção humana no tecido empresarial.

Falta-lhe a criatividade, o valor da cooperação e do empenho na execução de tarefas e o espírito de entrega na construção de um ambiente positivo e de uma imagem empresarial activa e construtiva, que finca a sua postura no mercado.

Os recursos humanos motivados são os braços e as pernas do corpo da empresa.

Dessa forma, constituem o seu motor de avanço no mercado com força e inteligência suficientes para transformar as dificuldades em lições de aprendizagem vantajosas, em particular, na prestação de um serviço personalizado que marque a diferença entre tantos outros similares e a distinga positivamente da concorrência.


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Título: Criatividade mantém-se humana

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Um sinal de compromisso

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Tema: Jóias Relógios
Um sinal de compromisso\"Rua
Exibir uma aliança de compromisso é, frequentemente, motivo de orgulho e, quando se olha para ela, vai-se rodando-a no dedo e fica-se com aquela expressão ridícula na cara.

Uma questão se coloca: qual a razão de estas alianças de compromisso serem tão fininhas: será porque os seus principais clientes, os jovens, são sujeitos de poucas posses (tendendo as mesadas a emagrecer ainda mais com a crise generalizada) ou porque esse compromisso, não obstante a paixão arrebatadora, é frágil e inseguro?

Sim, porque aqui há que fazer cálculos matemáticos: x compromissos vezes y alianças…com um orçamento limitado sobre um fundo sentimental infinito…

Depois, importa perpassar os tipos destas alianças. Há as provisórias, que duram em média quinze dias; há as voadoras, que atravessam os ares à velocidade da luz quando a coisa dá para o torto; há as que insistem em cair do dedo, sobretudo em momentos em que ter um compromisso se revela extremamente inoportuno; e depois há as residentes, que uma vez entradas não tornam a sair.

Os pombos-correios usam anilhas onde figuram códigos que os identificam. Talvez não fosse completamente descabido fazer umas inscrições deste género em algumas alianças de compromisso por aí…

Só para ajudar os mais esquecidos a recordarem a que “pombal” pertencem.

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Comentários

  • Luene ZarcoLuene

    22-09-2014 às 05:46:10

    Um sinal de amor e lealdade perpétua! Adoro ver os vários modelos de aliança! Vale a pena escolher uma bem bonita!

    ¬ Responder

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