Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Instrumentos Musicais > Habilite-se... a aprender!

Habilite-se... a aprender!

Visitas: 2
Comentários: 1
Habilite-se... a aprender!

Um instrumento musical é, na sua génese, um objecto construído com o propósito de produzir sons melodiosos a que se chama música. Os muitos tipos de instrumentos podem ser classificados de diversos modos, prendendo-se uma das mais usuais com a forma pela qual a sonância é produzida. O estudo dos instrumentos musicais é apelidado de organologia.

Existe na maioria das pessoas interesse por aprender a tocar um qualquer instrumento musical, quer por paixão, tradição familiar, gosto, necessidade de um hobby, pretensão de enriquecer o currículo de cultura geral, curiosidade, o que seja. Esta cultivação pessoal é muito útil, até para evitar dizer barbaridades do estilo: «A trompa de Eustáquio é o instrumento musical de sopro inventado pelo grande músico belga Eustáquio, de Bruxelas», ou: «A harpa é uma asa que toca». Qual seria a definição para trombone?...

Os psicólogos afirmam que a iniciação musical constitui uma fonte de prazer e de socialização. Estimula a sensibilidade, incrementa a auto-estima e impõe a necessária disciplina. Em acréscimo, pode corresponder ao despertar de uma vocação e, quiçá, de uma profissão! Cinema, teatro, televisão, acompanhamento de cantores ou uma orquestra podem apresentar-se como saídas profissionais viáveis. São raros, todavia, os pais que encaram a educação musical como um elemento relevante na formação pessoal dos filhos.

As crianças e adolescentes não precisam de provas dadas de talento para ingressar nos acordes sonoros. A aptidão é espicaçada pelo contacto com os instrumentos. Para suscitar este interesse é fundamental crescer numa atmosfera de rendição à boa música. Entre os três e os seis anos, aprende-se a discernir as notas e detectam-se preferências e empatias com determinados tipos de som (percussão, cordas ou sopro). Para praticar, tem de se ter o instrumento em casa. Contudo, não é conveniente nem saudável obrigar os pequenos a estar todo o dia agarrados a ele, sob pena de provocar enjoo e levar à desistência.

Aprender a tocar um instrumento musical, não só desenvolve uma nova habilidade, como proporciona o auto-conhecimento. Um tímido percebe que, afinal, consegue desinibir-se quando está a actuar, ou pode descobrir as suas capacidades de composição e improvisação. Por outro lado, a proximidade com a música faculta a exercitação dos dois hemisférios cerebrais, sendo que o lado responsável pela emoção desenvolve novas percepções melódicas, e a atenção às notas musicais, bem como a coordenação motora, fazem trabalhar a parte da razão. Efectivamente, a música propicia muitos ensinamentos, quer se trate de uma criança com três anos, quer falemos de um idoso. A aprendizagem de um instrumento vai muito para lá dos sons, da harmonia e do compasso…



Maria Bijóias

Título: Habilite-se... a aprender!

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

Visitas: 2

621 

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    07-05-2014 às 23:44:13

    Aprender a tocar um instrumento é um grande desafio. É preciso horas de treino, muito amor. Mas, o que nos faz querer aprender mesmo é quando vemos o resultado - é genial!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Habilite-se... a aprender!

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Dicas para decorar salas pequenas.

Ler próximo texto...

Tema: Decoração
Dicas para decorar salas pequenas.\"Rua
A realidade das grandes cidades é que a maioria das pessoas mora em espaços pequenos. É fato também que todos desejam ter um ambiente acolhedor e aconchegante para receber amigos. Em contrapartida, na medida em que os espaços encolhem, a quantidade de aparelhos eletrônicos que utilizamos aumenta cada vez mais. Há ainda quem use a sala como home-office.

Nesta busca de inspiração para organizar e incrementar sua sala, encontramos uma série de sites especializados e blogs com muitas, muitas ideias. O conceito de D.I.Y. (do it yourself) que significa "faça você mesmo” nunca esteve tão na moda. É uma alternativa para reduzir gastos com mão de obra e nada melhor do que criar um espaço com um toque todo seu. Inspirações e ideias não faltam. Hoje, de certa forma todos nos sentimos meio decoradores.

Mas planejar a decoração de uma sala pequena exige alguns cuidados para que o ambiente não fique entulhado de móveis, disfuncional ou até mesmo desagradável.

Confira algumas dicas para decorar sua sala com estilo e valorizando seu espaço:
Os espelhos, além da autocontemplação, causam efeitos interessantes. Aplicados, por exemplo, em uma parede inteira pode duplicar a amplitude do ambiente. Pode ser usado também em móveis, tetos, em diversos formatos e valorizar a luminosidade da decoração.

As cores tem poder de causar sensações. Em ambientes com pouco espaço, elas podem colaborar para que a sensação de amplitude possa tanto aumentar quanto diminuir. Para pintar as paredes de sua sala aposte em cores claras. O teto com uma cor mais clara que a das paredes, por exemplo, pode simular uma elevação do teto, já em uma cor mais escura, promoverá uma sensação de rebaixamento do teto.

A escolha e posição dos móveis são um aspecto muito importante. Opte por poucos móveis, nunca de tamanhos exagerados e posicione-os de forma que valorize o espaço. Móveis que misturam poucos materiais, baixos e com linhas retas proporcionam leveza ao ambiente.

Uma solução muito interessante para espaços pequenos é a utilização de prateleiras. Caixas para produtos horto frutícolas reformadas podem se tornar lindas prateleiras. Mas cuidado com a profundidade, para não atrapalhar na disposição de outros móveis e objetos.

Móveis multifuncionais ou móveis inteligentes são excelentes alternativas para uma sala pequena. Um bom exemplo são pufes, que podem ser usados como mesas de centro ou ficarem alojados debaixo de aparadores e quando recebemos visitas podem se transformar em assentos extras. Mesas dobráveis também são uma ótima opção.

Escolher o mesmo piso ou revestimento pode dar a impressão de área maior, de continuidade. Mudanças drásticas de um ambiente para outro pode causar a sensação de divisão e consequentemente fazer parecer menor.

Algumas outras dicas: um sofá retrátil ou reclinável garante muito mais conforto e ocupa o espaço de um sofá simples. Suporte ou painéis móveis para TV possibilitam que ela seja movida na direção desejável. Caso o ambiente tenha escadas, escolher um modelo de escadas vazadas evita divisões e pode se tornar uma peça de destaque na sala. E para as cortinas, escolha tecidos leves, lisas e sem estampas.

De qualquer forma, ouse, não tenha medo de arriscar, crie, não copie, só assim será seu!

Luciana Santos.

Outros textos do autor:
Dicas para decorar salas pequenas.

Pesquisar mais textos:

Luciana Maria dos Santos

Título:Dicas para decorar salas pequenas.

Autor:Luciana Maria Santos(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários

  • Carlos Rubens Neto 16-06-2016 às 16:20:24

    Excelente matéria! Parabéns Luciana ;)

    ¬ Responder

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios