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Aprenda a jardinar!

Categoria: Bricolage Jardim
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Comentários: 2
Aprenda a jardinar!

Há quem goste bastante de fazer aquilo que vulgarmente se chama de jardinar, ainda que possa não haver plantas nem vasos incluídos nesses pequenos afazeres domésticos, que tanto absorvem e relaxam quem os executa. Normalmente, a parte do bricolage é a favorita dos homens, enquanto a jardinagem encontra maior equilíbrio nas preferências dos dois sexos. O certo é que, tanto o jardim como as pequenas oficinas caseiras constituem espaços privilegiados de refúgio de uma rotina nem sempre fácil. Por outro lado, a realização desses trabalhos ocupa a mente, treina a atenção e pode, inclusive, ser de ajuda no orçamento familiar, quer porque se poupe na mão-de-obra que não se contrata, quer pela hipotética comercialização de peças que se produzam ou de serviços que se aprendam a prestar a outrem.

A jardinagem representa uma das mais agradáveis e reconfortantes actividades de ocupação dos tempos livres. Partindo de apenas alguns conhecimentos básicos, entusiasmo e dedicação q.b., podem operar-se verdadeiros milagres de transformação de um vulgar pedaço de terreno num autêntico “cantinho das flores”! Todavia, e como «não há bela sem senão», embora se usem luvas e se procure ter precaução, se não se observarem determinados cuidados com as unhas, toda a gente perceberá, pela terra patenteada debaixo destas, o que andámos a fazer. Uma das maneiras de evitar que isso aconteça é arranhar um bocado de sabão (atenção que se o gato vê começará a achar que tem desculpa para reproduzir o acto em tudo o que lhe apetecer…). O sabão servirá assim de entrave à entrada da terra e pode ser facilmente removido com uma escovinha.

Os tempos e formas de cultivo das várias espécies são tão distintos quanto a sua diversidade. Há umas que se dão melhor dentro de casa, outras na varanda ou no exterior.
Cada uma goza de particularidades características. Por exemplo, as plantas altas e as trepadeiras crescem melhor se, com o auxílio de pauzinhos de madeira ou canas de bambu e fita adesiva verde, se estabilizar o caule.

Por outro lado, nem todas as épocas do ano são propícias a todos os cultivos ou tarefas. O Outono é, por excelência, um período para fazer uma boa limpeza no jardim, eliminar insectos e ervas daninhas que possam ter invadido os canteiros durante o Inverno, e, adicionalmente, preparar o solo para a adubação. Por uma questão de saúde e ambiente, devem seleccionar-se adubos orgânicos. Entre estes encontram-se húmus de minhoca e farinha de osso. Ninguém disse que a jardinagem era uma coisa limpa…!

Maria Bijóias

Título: Aprenda a jardinar!

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    13-10-2014 às 04:35:17

    Para alguns, uma verdadeira terapia praticar jardinagem. Uma forma de sentir útil, feliz e realizado. Aprender a jardinar é muito bom!

    ¬ Responder
  • maria rodrigues de oliveira

    22-06-2014 às 15:23:09

    gostaria de saber cuidados com orquidias e como cutivalas,obrigada

    ¬ Responder

Comentários - Aprenda a jardinar!

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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