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Tudo para ter um jardim vertical

Categoria: Bricolage Jardim
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Tudo para ter um jardim vertical

Você quer entrar na onda dos jardins verticais, mas ainda não tem muito conhecimento sobre o assunto. Isso é bastante normal, porque existem diversos tipos de jardins verticais, estruturas diferentes, vasos diversos, etc. Todos esses detalhes deixam a escolha mais difícil, mas neste artigo você vai saber tudo sobre jardim vertical e deixar de ficar em dúvida sobre o que fazer e como fazer.

O que é um jardim vertical
O jardim vertical é uma das modas da atualidade. Mas é claro que ele justifica a atenção que vem chamando para si. Esta técnica é uma maneira simples, fácil e, muitas vezes, barata de conseguir ter um jardim num espaço pequeno – até mesmo dentro de um apartamento.

O objetivo do jardim vertical é oferecer, através do paisagismo, uma forma elegante de mesclar a natureza com a sua residência. Depois de montado, ele traz uma beleza única, reunindo vários tipos de flores, plantas e cores diferentes. Tudo depende de como você planeja o seu jardim vertical.

Tipos de jardim vertical
Existem vários tipos de jardins verticais, desde as chamadas paredes verdes, enormes e que servem para cobrir um muro, cerca ou uma estrutura que você tenha em sua residência, até as estruturas menores, ideais para apartamentos, que comportam flores e plantas menores, além de alguns temperinhos que podem ser usados na alimentação.

A estrutura pode ser feita de diversos materiais diferentes, como o ferro, blocos de cerâmica, madeira de demolição, pallets, etc. Algumas pessoas também usam uma estrutura de madeira e utilizam calhas como vasos para as plantas, reaproveitando materiais. Outros tipos de vasos são os cerâmicos, de plástico, de fibra de coco e muitos outros. Você também pode fazer vasos com garrafas pet e outros tipos de materiais reaproveitados.

Você pode colocar os jardins verticais apoiados na parede ou pendurá-los com pregos e buchas grandes. Os melhores lugares para apoiar a estrutura é próximo a uma janela, para que as plantas recebam iluminação e um pouco de vento, fatores importantes para o crescimento das flores.

jardim vertical2

Plantas para jardim vertical
Os jardins verticais aceitam vários tipos de flores. Primeiro é necessário pensar onde estará localizada a estrutura, se num ambiente interno ou externo. Dependendo da iluminação e da ação dos ventos, determinados tipos de plantas e flores adaptam-se melhor. Você pode conferir esses detalhes com o seu florista, mas alguns tipos de flores que podem ser plantadas nos jardins verticais são as bromélias, orquídeas, azaleias, entre outras.

O essencial é que as plantas a serem colocadas nos jardins verticais tenham raízes menores. As que têm raízes grandes não se adaptam muito bem aos jardins verticais, além de ficarem muito pesadas, o que pode danificar a estrutura do jardim vertical.

Algo muito legal que você pode fazer é colocar alguns temperos no seu jardim vertical, transformando-o numa pequena horta. Com ele, você consegue pegar vários temperos para colocar na sua alimentação. Além de ser mais saudável, é bastante prazeroso estar sempre em contato com a natureza.

Agora que você já sabe tudo sobre jardim vertical, pode colocar em prática e montar o seu. Você não vai se arrepender!


Miguel Pereira

Título: Tudo para ter um jardim vertical

Autor: Miguel Pereira (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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