Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Beleza > Riscos e perigos do Peeling Caseiro

Riscos e perigos do Peeling Caseiro

Categoria: Beleza
Visitas: 2
Comentários: 1
Riscos e perigos do Peeling Caseiro

A pele do rosto é o cartão de visita de uma pessoa, por isso quando ela está cheia de manchas ou espinhas, o incômodo é muito grande. Mas, atualmente, já existem diversos tipos de tratamentos estéticos que ajudam a eliminar tais incômodos. Entre eles está o peeling, tratamento estético que pode gerar alguns problemas, especialmente quando é feito em casa. Então, confira quais são os riscos e perigos do Peeling Caseiro.

O peeling é um tipo de tratamento que tem a função de provocar a descamação da pele por meio de ácidos e outras substâncias. Dessa forma as células superficiais são eliminadas e substituídas por novas. Esse tratamento promete melhorar a aparência da área do rosto, entretanto, ele pode ser considerado um tipo de agressão à pele, por isso deve ser feito com os devidos cuidados.

Peeling caseiro químico – Pode ser uma alternativa fácil e barata e por isso, muitas pessoas arriscam fazer o tratamento para conseguir deixar a pele mais bonita. Entretanto, os produtos utilizados no peeling, apesar de possuírem aprovação da Anvisa, oferecem riscos à pele e à saúde. Muitas clínicas que oferecem o tratamento peeling químico cobram muito caro. Então, antes de se arriscar a fazer a alternativa caseira, consulte um médico dermatologista, somente ele poderá indicar quais são os riscos do peeling caseiro para você.

Peeling caseiro físico – Produtos naturais também podem ser usados para fazer peelings caseiros. E geralmente as pessoas acham que, por serem produtos naturais, não causarão nenhum tipo de dano à saúde. Mas não é bem assim, pois muitas dessas receitas naturais podem não ser tão eficazes para determinados tipos de pele. Em alguns casos, o peeling caseiro físico, pode agravar o quadro, aumentando manchas, causando irritações ou queimaduras. Portanto, nada garante que este procedimento será eficiente e seguro para todos os tipos de pele.

Por fim, antes de recorrer a qualquer tipo de tratamento caseiro, procure a orientação de um dermatologista. Não acredite em todas as receitas “milagrosas” e procure alternativas saudáveis e seguras para cuidar da beleza da sua pele. Evite correr riscos desnecessários, pois somente um bom médico poderá indicar formas de fazer o peeling caseiro, com segurança.


Rua Direita

Título: Riscos e perigos do Peeling Caseiro

Autor: Rua Direita (todos os textos)

Visitas: 2

776 

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 1 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    12-09-2012 às 13:44:58

    eu não recomendo a ninguém um peeling caseiro. parece muito perigoso, mesmo que seja feito por um profissional. esta corrida pela beleza deixa as mulheres muitos veneráveis a este tipo de coisas nada aceitável. é como fazer um branqueamento em casa. não é a mesma coisa e nunca me vão convencer que sim. vi inúmeros vídeos de como fazê-lo, mas não arrisco, pois com a saúde não se brinca. só temos uma e devemos protege-la.

    ¬ Responder

Comentários - Riscos e perigos do Peeling Caseiro

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Os descendentes de Eça

Ler próximo texto...

Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios