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Clichês No Mundo Do Cinema Americano

Categoria: Arte
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Clichês No Mundo Do Cinema Americano

É normal encontrarmos filmes que são repetitivos em suas filmagens e cenas. A isso podemos popularizar e chamar de “clichê”, pois antes mesmo da cena aparecer, já deduzimos o que irá acontecer, não é verdade? Parece que não há mais nada criativo, original, é preciso sempre usar as mesmas cenas de filmes anteriores.

Aqui abaixo, você terá uma lista de vários clichês de estrutura utilizados no cinema americano. É impressionante! A lista foi elaborada por Cintia Moscovich!

- Todo mundo tem telefone na cozinha. E o 911 sempre atende;
- O sistema de ventilação de qualquer edifício é o local ideal para alguém se esconder. Ninguém se lembra de procurar lá e pode-se alcançar facilmente qualquer parte do edifício através dele;
- Para alguém se fazer passar por um oficial alemão não é necessário falar a língua. Basta o sotaque;

- Um homem não mostra dor quando é ferozmente espancado, mas se queixa quando uma mulher lhe tenta limpar as feridas;
- As cozinhas não têm interruptores de luz. Quando se entra à noite numa cozinha, abre-se a geladeira e usa-se a luz dela. Se quem entra na cozinha é uma mulher, ela está usando camisa do marido/namorado e meias curtas, estilo carpim, sempre brancas;
- Numa casa assombrada as mulheres investigam os ruídos estranhos com as roupas mais transparentes possíveis;

- A tosse é normalmente o sinal de uma doença fatal. Dor de cabeça, idem;
- Todas as bombas estão equipadas com relógios que dizem exatamente quando irão explodir;
- Num tiroteio, um sujeito do bem contra vinte sujeitos do mal tem maior probabilidade de matar os vinte do que os vinte têm de matá-lo;

- Encontra-se sempre uma serra motorizada quando é necessária;
- Qualquer fechadura pode ser aberta em segundos com um cartão de crédito ou um arame, exceto a porta de um prédio em chamas com uma criança lá dentro;
- Qualquer tipo de emprego faz um pai esquecer o aniversário do seu filho de oito anos ou da apresentação da escola;

- O chefe de polícia é sempre negro. E tem uma esposa que é a cara da Michelle Obama;
- Sempre se foge de carro cantando pneu e levantando nuvem de poeira;
- Ninguém tem gases em nenhum momento. De manhã cedo, ninguém tem mau hálito, e todos se beijam normalmente;

- A menina que começou o filme feiosa, ocluda e desajeitada vai se revelar um mulherão de calendário;
- A maquiagem pode ser usada na cama sem sujar as fronhas;
- Se alguém decidir dançar na rua, qualquer outra pessoa com quem cruze conhece todos os passos da dança.


Vicente Silva

Título: Clichês No Mundo Do Cinema Americano

Autor: Vicente Silva (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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