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Cirque du Soleil: uma referência mundial!

Categoria: Arte
Visitas: 8
Comentários: 1
Cirque du Soleil: uma referência mundial!

O Cirque du Soleil é uma companhia de arte circense natural do Quebec, no Canadá. Em 1982 um grupo de jovens artistas de rua conhecido por “Club des Talons Hauts” organiza um festival.

Dois anos depois, em 1984 este grupo começa a oferecer um conceito completamente inovador, fazendo uma combinação perfeita e dramática das artes circenses e de rua.

De início o grupo apresentou-se em onze cidades do Quebec, só que nem tudo foi um mar de rosas. Logo no primeiro espectáculo, enfrentaram diversas dificuldades. Usaram uma tenda emprestada e o fundador, Laliberté, teve que lidar com a insatisfação dos artistas europeus, que achavam o conceito pouco enriquecedor. A verdade é que os problemas lá se resolveram e foi um sucesso estrondoso. Sem fundos para continuar o projecto, Laliberté pediu ajuda financeira ao governo canadense, que ofereceu resistência, mas acabou por ceder. Com este dinheiro, Laliberté pensou em renovar alguns aspectos.

Com a ajuda de Guy Caron, do National Circus School, apostaram numa música forte e emocionante para acompanhar o espectáculo e decidiram que durante a apresentação deveria haver um fio condutor de uma história. Desde início que ficou assente que não iriam utilizar animais, pretendendo ter uma maior proximidade com o espectador. Os primeiros anos foram muito complicados em termos financeiros, porque não conseguiam esgotar as sessões e o dinheiro escasseava. Não atingiram a falência porque arranjaram instituições que os financiavam.

Entretanto, em 1988 diferenças de opinião entre Laliberté e Caron, fizeram com que este segundo deixasse a companhia. É que Caron queria economizar as verbas que aos poucos começavam a ganhar e Laliberté queria usar esse dinheiro para expandir o Cirque e iniciar uma segundo espectáculo.

Com a saída de Caron entrou Franco Dragone, que logo introduziu novas ideias, tais como: reirar a cortina que separava actores e plateia e criou um ambiente em que o artista matinha uma personagem ao longo de toda a apresentação. Assim, Nouvelle Expérience tornou-se o espectáculo mais popular do Cirque do Soleil. Em 1990, o Cirque tornou-se lucrativo.

Hoje em dia, não há quem conheça o tão afamado Cirque do Soleil. É um circo moderno, com diversas histórias e perfomances, havendo diversos espectáculos em todo o mundo, alguns fixos outros em regime rotativo. O elenco conta com artistas de mais de 40 nacionalidades e já são cerca de 3800 pessoas a trabalhar para esta empresa. O espectáculo centra-se numa história e desenvolve-se de forma criativa à volta disso. São sempre bem abrilhantados por música escolhida criteriosamente, e com influências do teatro mambembe, da ópera, do balé e do rock. As actuações já estão disponíveis em DVD.

É certo que os preços dos bilhetes para o espectáculo são acima da média, dando-lhe uma conotação elitista, mas também é certo que está sempre esgotado. Acredite que é dinheiro bem empregue e que não se vai arrepender…



Catarina Guedes Duarte

Título: Cirque du Soleil: uma referência mundial!

Autor: Catarina Guedes Duarte (todos os textos)

Visitas: 8

799 

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Daniela VicenteDaniela Vicente

    17-09-2012 às 21:33:08

    eu nunca gostei de circo, confesso que é algo que me chateia imenso. contudo, quando vi gravações de ensaio do cirque du soleil e até pequenas amostras do espectáculo fiquei apaixonada. adorava ver um espectáculo ao vivo, mas nunca tive oportunidade disso. o meu companheiro já foi ver e adorou, por isso acredito mesmo que seja espectacular. é um mundo cheio de fantasia para miúdos e graúdos. algo fantástico para apreciar numa bela noite.

    ¬ Responder

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Tema: Música
Fine and Mellow\"Rua
"O amor é como uma torneira
Que você abre e fecha
Às vezes quando você pensa que ela está aberta, querido
Ela se fechou e se foi"
(Fine and Melow by Billie Holiday)

Ao assistir a Bio de Billie Holiday, ocorreu-me a questão Bluesingers x feminismo, pois quem ouve Blues, especialmente as mais antigas, as damas dos anos 10, 20, 30, 40, 50, há de pensar que eram mulheres submissas ao machismo e maldade de seus homens. Mas, as cantoras de Blues, eram mulheres extremamente independentes; embora cantassem seus problemas, elas não eram submissas a ponto de serem ultrajadas, espancadas... Eram submissas, sim, ao amor, ao bom trato... Essas mulheres, durante muito tempo, tiveram de se virar sozinhas e sempre que era necessário, ficavam sós ou mudavam de parceiros ou assumiam sua bissexualidade ou homossexualidade efetiva. Estas senhoras, muitas trabalharam como prostitutas, eram viciadas em drogas ou viviam boa parte entregues ao álcool, merecem todo nosso respeito. Além de serem precursoras do feminismo, pois romperam barreiras em tempos bem difíceis, amargavam sua solidão motivadas pelo preconceito em relação a cor de sua pele, como aconteceu a Lady Day quê, quando tocava com Artie Shaw, teve que esperar muitas vezes dentro do ônibus, enquanto uma cantora branca cantava os arranjos que haviam sido feitos especialmente para ela, Bilie Holiday. Foram humilhadas, mas, nunca servis; lutaram com garra e competência, eram mulheres de fibra e cheias de muito amor. Ouvir Billie cantar Strange Fruit, uma das primeiras canções de protestos, sem medo, apenas com dor na alma, é demais para quem tem sentimentos. O brilho nos olhos de Billie, fosse quando cantava sobre dor de amor ou sobre dor da dor, é insubstituível. Viva elas, nossas Divas do Blues, viva Billie Holiday, aquela que quando canta parte o coração da gente; linda, magnifica, incomparável, Lady Day.

O amor vai fazer você beber e cair
Vai fazer você ficar a noite toda se repetindo

O amor vai fazer você fazer coisas
Que você sabe que são erradas

Mas, se você me tratar bem, querido
Eu estarei em casa todos os dias

Mas, se você continuar a ser tão mau pra mim, querido
Eu sei que você vai acabar comigo

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