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Figura De Linguagem: Uso De Pleonasmo

Categoria: Flash Read

Na língua portuguesa nos deparamos com algumas figuras de linguagem. Dentre elas, temos o pleonasmo e será abordado aqui a sua origem, o significado e como usá-la.

É uma palavra de origem grega: “pleonasmós”; que significa superabundância. É o emprego de palavras redundantes, de igual sentido; redundância. Há o pleonasmo vicioso, decorrente da ignorância da língua e que deve ser evitado, e o pleonasmo estilístico, usado intencionalmente para comunicar à expressão mais vigor, intensidade, ou clareza.

1 – São exemplos de pleonasmos viciosos: a brisa matinal na manhã, biografia da vida de alguém, bonita caligrafia, breve alocução, conviver junto com, decapitar a cabeça, descer para baixo, entrar para dentro, hábitat natural, monopólio exclusivo, partir em metades iguais, repetir de novo, sair para fora, sua autobiografia, subir para cima, surpresa inesperada, produtos produzidos pela fábrica, sobrevoar sobre a cidade, etc;

2 – Pleonasmos usados como figuras de estilo: O seu leito era a pedra dura, a pedra fria; Isso eu vi com meus próprios olhos; “Entraram no coche, carruagem sua especial dele” (Camilo Castelo Branco, aput Aurélio); “Que me importa a mim a glória? (Alexandre Herculano, Eurico, pg. 69); “Sorriu para Holanda um sorriso marcado de pavor” (Viana Moog, Toia, p. 294).

Vicente Silva

Título: Figura De Linguagem: Uso De Pleonasmo

Autor: Vicente Silva (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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