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Foguetões

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Máquinas
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Comentários: 4
Foguetões

o lançamento de um foguetão é o culminar de anos de planeamento, trabalho e custos, sendo os elementos mais importantes neste processo a rampa de lançamento e suas instalações auxiliares.

Com efeito, as lanças sustentam e dão combustível e energia ao foguetão, antes de este ser lançado no céu.

Por exemplo, no caso do vaivém da NASA, os motores de foguetão produziram cerca de 3 milhões de quilogramas de impulsão, no lançamento.

Mas, a exaustão corrosiva e as chamas foram canalizadas para uma trinheira de fogo horizontal, em V, composta por 53 mil e seicentos quilogramas de defletores revestidos de aço, com cimento resistente ao calor Fondu Fyre, pulverizada com agua e que se esfarela, para dispersar o calor intenso.

O vaivém foi montado numa plataforma de lançamento móvel ,PLM, concretamente no edifício de montagem do veículo EMV, e levado por um Crawler Transporter até à rampa.

Aqui, a estrutura de serviços fixos, EFS, possui um elevador para os pisos de foguetão.
Esta estrutura, está ancorada ao serviço rotativo, que inclui uma sala separada para carregar o foguetão.

Tudo isto, demorou, pelo menos, um mês, e foi trabalho para 170 técnicos e especialistas, que são conhecidos como ratos de rampa.

Estes, tiveram como função, prepararem, verificarem e lançarem o vaivém, apesar de, os foguetões menos complexos e não tripulados, terem apenas a duração de ums dias.

Para o lançamento, todas as ligações entre o ESF e o foguetão, foram sistemicamente soltas e, por fim, os explosivos soltaram o vaivém da PLM.

A fim de proteger as peças delicadas do veículo, e a própria rampa, a PLM é alagada por água a um ritmo, de muitos milhões por minuto, para conter as ondas de som e de calor, prejudiciais e produzidas por motores.

Algumas estruturas de apoio suportam e guiam o foguetão, enquanto outras, como é exemplo, o osmódromo Baikonur, no Cazaquistão, afastam-se do foguetão, no momento do lançamento.

Há vários tipos de rampa, desde móvel, marítima, ferrovia e rampas voadoras. todas elas são diferentes e lançadas também de modos diferentes.

Ainda hoje se lançam, bombas voadoras V-1, usadas na II guerra mundial, e além disso testam-se sistemas parecidos com este.

Outros evoluíram e o seu lançamento é controlado pelo Sea Launch Commander, este situado na Califórnia.

Contudo, há ainda lançamentos de emergência, que são como bombas prestes a explodir.
Mas, relativamente a estes, no caso de haver um destroço ou onda de choque, pode danificar de forma grave o foguetão, resultando num acidente catastrófico.

Os maiores centros espaciais do mundo estão na Flórida, China, Russia , Casaquistão e Guiana Francesa.


Briana Alves

Título: Foguetões

Autor: Briana Alves (todos os textos)

Visitas: 8

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDuarte

    24-05-2014 às 23:40:14

    Eu também adoro saber mais sobre este tema. Tens vídeo , ou outras imagens e informações ?

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    26-05-2014 às 01:14:53

    Ola Duarte, segue um vídeo no corpo do texto e este aqui abaixo:
    Cumprimentos,
    Sophia





    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDuarte

    02-06-2014 às 22:48:33

    obrigado sophia, adorei o video...cool

    ¬ Responder
  • rui santos

    11-09-2012 às 17:08:47

    Gosto imenso de saber coisas acerca do universo.tenho curiosidade em saber de como e feito o lancamento e eterragens dos foguetoes vaie vem. gostaria de obter mais informacoes e imagens se possivel.

    ¬ Responder

Comentários - Foguetões

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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