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Baterias – Cuidados e Manutenção

Categoria: Automóveis
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Baterias – Cuidados e Manutenção

Um carro é sempre imprescindível para muita gente. Ou porque o local de trabalho é longe de casa, ou porque o conforto de levar os filhos num dia de chuva é inigualável. Um carro traduz-se sempre em independência, comodidade e na maior parte das vezes, rapidez. Um carro é sempre um investimento, e todos sabemos que o custo inicial, nunca é recuperado. No entanto se o carro que compramos rentabilizar de alguma forma, então o negócio inicial já valeu a pena.

Uma das formas de conseguir rentabilizar o carro, utilizando-o sem problemas, todos os dias, é oferecer-lhe cuidados e manutenção.

Uma das rasteiras mais comuns nos carros, quer novos ou usados, são as falhas na bateria. Quer o carro não pegue ao primeiro rodar de chave, ou esteja “morto” de todo, os problemas de bateria são uma das maiores queixas dos proprietários de veículos automóveis.

Mas como evitar problemas num equipamento tão importante para o funcionamento de um carro, como é o caso da bateria?

Os truques podem não ser ilimitados, mas acredite, funcionam e depois de os começar a praticar não vai deixar de os seguir. Ora aqui vão eles:

- Verifique com alguma regularidade os cabos. Se estão bem apertados, ou se estão oxidados. Isto acontece depois do Inverno. Nesta situação, passe um pouco de vaselina nos contactos ou então passe com uma pequena lixa fina;

- Examine, nas baterias convencionais, a água. Se a bateria tiver pouca, acrescente água destilada.

- Se o carro estiver desligado, evite ter sistemas eléctricos acessos durante muito tempo. Ar condicionado ou o rádio ligado com o carro desligado, gasta a bateria sem qualquer necessidade.

- Ligue somente o carro quando todos os equipamentos eléctricos estiverem desligados.

- Caso pense em deixar o carro estacionado e sem andar com ele durante mais do que uma semana, desligue o cabo negativo da bateria. No entanto tenha especial atenção, pois este procedimento não deve ser feito em carros com computador de bordo ou som com sistema de código.

- Se o carro não pegar à primeira, não deve tentar insistentemente. Tente durante 7 segundos e depois pare durante 20. Forçar o carro só vai prejudicar e gastar mais bateria.

Estas são apenas algumas dicas que deve seguir, no entanto, uma revisão na oficina nunca é algo que deve evitar. Sempre que o seu carro for à revisão peça para que a verifiquem, para nunca ficar parado e claro, irritado.


Carla Horta

Título: Baterias – Cuidados e Manutenção

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Imagem por: AndyArmstrong

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    11-09-2012 às 22:01:20

    Muito informativo. Todos os cuidados para baterias auto aqui mencionados são aplicados nas mais comuns, cada vez mais elas são blindadas sem qualquer hipótese de manutenção. Uma grande jogada dos fabricantes e uma complicação para os proprietários, pois deve ser trocada em caso de avaria.Tal como mencionou, não se deve insistir caso o carro não pegue à primeira, prejudica a de vida útil da bateria devido ao sobreaquecimento, podendo em casos extremos a rebentar.

    ¬ Responder
  • José NilsonJosé Nilson

    17-03-2010 às 21:59:06

    São muito válidas suas dicas.
    Pergunto se eu deixar o CD dentro do aparelho, porém desligado, mesmo assim gasta bateria?
    Meu carro ( GM/Corsa 2009) me deixou na mão por três vezes, sendo que antes dessas situações eu havia ouvido música, mesmo com o carro ligado e depois desliguei o som, porém deixei o CD dentro do aparelho, no dia seguinte o carro não pegou, foi aquele sufoco.
    Aguardo sua resposta, espero que possa me ajudar.


    Att.


    José

    ¬ Responder

Comentários - Baterias – Cuidados e Manutenção

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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