Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Automóveis > O carro que vive do ar

O carro que vive do ar

Categoria: Automóveis
Visitas: 2
Comentários: 1
O carro que vive do ar

Ter automóvel próprio e utilizá-lo nas deslocações diárias, não só é prático como bastante cómodo. O pior, é a dolorosa conta a pagar cada vez que se abastece o depósito. Quer seja movido a gasóleo ou a gasolina, nos dias de hoje, ter carro é quase considerado um luxo! Já para não falar em termos ecológicos e da degradação que vamos provocando no nosso planeta pelo recurso constante às fontes energéticas naturais. O ideal era possuir um carro que poluísse pouco, que fosse igualmente prático e bastante económico!

O AirCar está muito próximo dessa utopia! É pequeno, não polui e, principalmente, não utiliza qualquer derivado do petróleo… espante-se, apenas utiliza Ar comprimido! O AirCar é produzido pela Tata Motors e o seu funcionamento nada tem de especial. Na realidade, é bastante simples: continua a utilizar pistons, como os actuais carros a explosão.

O projecto prevê a produção de apenas 10 000 unidades anuais, estimando-se que o seu preço ronde os 17 800 doláres americanos. O abastecimento de 340L de ar comprimido custará dois dólares, permitindo percorrer 1000Km a uma média de 100Km/h.

São diversas as vantagens que apresenta face a um carro comum:
- os custos envolvidos na produção de ar comprimindo são inferiores aos praticados pela actual indústria de combustíveis;
- o ar é abundante, económico, transportável, armazenável e, acima de tudo, não poluente;
- a tecnologia envolvida na utilização de ar comprimido reduz os custos da produção de veículos em 20%, por não ser necessário a instalação de um tanque de combustível, sistema de refrigeração e silenciadores;
- o ar não é inflamável;
- o design mecânico do motor é simples e robusto;
- os carros não vão desenvolver danos de corrosão resultantes do envelhecimento da bateria;
- menores custos de manutenção e mão-de-obra;
- os tanques utilizados num motor a ar comprimido são descartáveis, reutilizáveis, menos contaminantes e mais douradouros que as baterias.

Bastantes vantagens, não é? Conseguir ter um veículo em tudo semelhante ao nosso actual, mas mais económico e menos poluente? Dá imensa vontade de adquirir um, depois de conhecer tantas e tão boas vantagens.

Os avanços tecnológicos prosseguem, cada vez mais céleres e sempre mais económicos e ecológicos. Só temos de estar atentos e mentalizados que o futuro está próximo e rapidamente será presente!



Cláudia Bandeira

Título: O carro que vive do ar

Autor: Cláudia Bandeira (todos os textos)

Visitas: 2

639 

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    17-06-2014 às 06:06:33

    Genial! O carro que vive no ar...bárbaro!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - O carro que vive do ar

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Fine and Mellow

Ler próximo texto...

Tema: Música
Fine and Mellow\"Rua
"O amor é como uma torneira
Que você abre e fecha
Às vezes quando você pensa que ela está aberta, querido
Ela se fechou e se foi"
(Fine and Melow by Billie Holiday)

Ao assistir a Bio de Billie Holiday, ocorreu-me a questão Bluesingers x feminismo, pois quem ouve Blues, especialmente as mais antigas, as damas dos anos 10, 20, 30, 40, 50, há de pensar que eram mulheres submissas ao machismo e maldade de seus homens. Mas, as cantoras de Blues, eram mulheres extremamente independentes; embora cantassem seus problemas, elas não eram submissas a ponto de serem ultrajadas, espancadas... Eram submissas, sim, ao amor, ao bom trato... Essas mulheres, durante muito tempo, tiveram de se virar sozinhas e sempre que era necessário, ficavam sós ou mudavam de parceiros ou assumiam sua bissexualidade ou homossexualidade efetiva. Estas senhoras, muitas trabalharam como prostitutas, eram viciadas em drogas ou viviam boa parte entregues ao álcool, merecem todo nosso respeito. Além de serem precursoras do feminismo, pois romperam barreiras em tempos bem difíceis, amargavam sua solidão motivadas pelo preconceito em relação a cor de sua pele, como aconteceu a Lady Day quê, quando tocava com Artie Shaw, teve que esperar muitas vezes dentro do ônibus, enquanto uma cantora branca cantava os arranjos que haviam sido feitos especialmente para ela, Bilie Holiday. Foram humilhadas, mas, nunca servis; lutaram com garra e competência, eram mulheres de fibra e cheias de muito amor. Ouvir Billie cantar Strange Fruit, uma das primeiras canções de protestos, sem medo, apenas com dor na alma, é demais para quem tem sentimentos. O brilho nos olhos de Billie, fosse quando cantava sobre dor de amor ou sobre dor da dor, é insubstituível. Viva elas, nossas Divas do Blues, viva Billie Holiday, aquela que quando canta parte o coração da gente; linda, magnifica, incomparável, Lady Day.

O amor vai fazer você beber e cair
Vai fazer você ficar a noite toda se repetindo

O amor vai fazer você fazer coisas
Que você sabe que são erradas

Mas, se você me tratar bem, querido
Eu estarei em casa todos os dias

Mas, se você continuar a ser tão mau pra mim, querido
Eu sei que você vai acabar comigo

Pesquisar mais textos:

Sayonara Melo

Título:Fine and Mellow

Autor:Sayonara Melo(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios