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O que fazer quando o seu carro avaria

Categoria: Automóveis
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Comentários: 2
O que fazer quando o seu carro avaria

O automóvel é, sem dúvida, aquele «objecto» que mais falta faz a qualquer um de nós. A mobilidade, ainda que circunscrita aos percursos casa-trabalho-supermercado-shopping, depende, cada vez mais, da existência de um veículo de quatro rodas, de preferência pessoal (e verdadeiramente intransmissível). Muitas pessoas não conseguem já conceber o seu dia-a-dia sem a indispensável ajuda do carro. Atitudes ecológicas (ou simplesmente motivadas por condicionantes financeiras), como sejam as de prescindir do automóvel privado em favor do transporte público, têm vindo a ganhar alguma expressão nos últimos anos, mas, mesmo assim, de forma residual. Significa isto, portanto, que a maioria da população depende ainda do seu automóvel para se transportar para o trabalho, para os locais de lazer ou para carregar as próprias compras.

Ora, o que fazer em caso de avaria do automóvel? Ainda que os modelos mais recentes sejam menos propensos a avarias, por vezes elas sucedem, de facto. Problemas no radiador, no sistema de filtros, no funcionamento dos limpa pára-brisas num dia torrencialmente chuvoso) na iluminação, na caixa de velocidades ou, pior ainda, na centralina do carro, são os ingredientes ideais para o dia começar de uma maneira muito pouco agradável, com todas as implicações que a ausência de carro significa: faltar ou chegar atrasado ao trabalho, ter de fazer percursos a pé e deparar-se com maiores dificuldades na entrega das crianças na escola ou infantários.

Assim, o primeiro passo é de ordem emocional e revela-se extremamente decisivo na forma como as etapas seguintes se vão desenrolar: há que manter a calma e a frieza de raciocínio – O problema é simples? Você consegue solucioná-lo na altura? Se a resposta for negativa, o melhor mesmo é contactar a sua seguradora e solicitar a presença de um reboque, que transportará o seu carro para a oficina que designar. Lembre-se que poderá também ter direito a viatura de substituição, se essa condição tiver sido prevista aquando da contratação do seguro com a agência. Neste caso, todos os seus problemas de deslocação estarão resolvidos, como é óbvio. No caso oposto, ou seja, o de ficar mesmo sem meio de transporte directo, o melhor é encaminhar o seu carro para um mecânico da sua confiança e assegurar-se de que o trabalho de reparação será realizado no menor espaço de tempo e envolvendo, claro está, os menores custos.

Por isso, já sabe: uma avaria não representa, necessariamente, o fim do mundo e a solução pode até ser bem fácil do que pensa!

Isabel Rodrigues

Título: O que fazer quando o seu carro avaria

Autor: Isabel Rodrigues (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    17-06-2014 às 04:01:13

    O carro é uma necessidade cada vez mais intensa na vida das pessoas. É algo maravilhoso poder ir a lugares com sua família e desfrutar de um passeio como também para ir ao trabalho, escola, visitar parentes. O chato é que com o passar do tempo, seu valor cai e temos que vender e comprar outro. É a vida!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • Mamudo AugustoMamudo Augusto

    04-01-2011 às 17:43:43

    por favor quero saber como fazer para importar uma viatura usada do japao e gostaria de conhecer alguns sites de venda de viaturas.

    ¬ Responder

Comentários - O que fazer quando o seu carro avaria

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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