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Salão Do Automóvel

Categoria: Automóveis
Visitas: 8
Salão Do Automóvel

Depois de dois anos longe dos paulistas, o Salão Internacional do Automóvel chegou com força total ao Pavilhão de Eventos do Anhenbi.

A mostra trás centenas de carros nacionais, importados, raros e lançamentos que ainda nem estão no mercado no Brasil.

Além disso, o visitante tem acesso a test Drive de grandes marcas de veículos. As mulheres contam com um stand espacial, onde um personal stilist mostra qual a melhor forma de se vestir de acordo com o estilo de vida de cada mulher.

Praça de alimentação top e os carrões dos sonhos dos colecionadores regados à muita música são presença marcante em todos os dias do evento. Além disso, durante todo o expediente tem apresentações musicais: balé, bandas, cantores, DJ e muito mais. Na sexta feira (7 de novembro) tem show da banda Jota Quest. Ah , e claro. Tem Ferrari e cia esperando para você sentar naquele estofado cinematográfico e fotografar em carros de mais de um milhão de reais (mais de meio milhão de dólares).

Para os apaixonados por games, existem vários simuladores espalhados pelo pavilhão. Tais equipamentos conferem a impressão de estar em uma corrida de verdade, com direito a vento nos cabelos, barulhos e sensação de drifts.

Muitas celebridades e políticos já passaram pelo salão e alguns já até pechincharam carrões milionários. Carros elétricos e híbridos também são apresentados no salão. Para quem deseja equipamentos não tem problema, existem diversos stands de venda de peças para os mais variados carros.

Stand das principais revistas automotivas se encontram no local com promoções especiais e entrega de brindes.

Para relaxar e reabastecer as energias, existe uma vasta praça de alimentação com quiosques de lanches, bebidas e sorvetes. Alguns até conferem brindes especiais aos clientes.

O Pavilhão de eventos do Anhenbi está localizado próximo a estação do Metrô e um ônibus gratuito é disponibilizado para fazer o trajeto até o pavilhão e depois para voltar a estação ou aeroporto.

Na entrada do salão existem caixas eletrônicos dos principais bancos brasileiros, bem como amplo estacionamento. A bilheteria aceita pagamento em cartão de débito ou crédito bandeiras visa e mastercard, além de dinheiro. Estudantes que apresentarem a carteirinha escolar pagam meia passagem.

O Salão Internacional do Automóvel termina no próximo domingo, 9 de novembro.


Syl Polanski

Título: Salão Do Automóvel

Autor: Syl Polanski (todos os textos)

Visitas: 8

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Comentários - Salão Do Automóvel

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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