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Início > Textos > Categoria > Antiguidades > A conservação e restauro de antiguidades

A conservação e restauro de antiguidades

Categoria: Antiguidades
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A conservação e restauro de antiguidades

Antiguidade é tudo que é antigo, tudo que foi criado ao longo anos. E com o tempo tudo se acaba, tudo se desgasta e tudo se torna feio e sem cores, mais às vezes é uma peça rara ou muito cara para nos desfazer, e é pensando desta forma que as pessoas começaram a dar suas reformadas em seus objetos, e com isso, muitos fizeram sua profissão, nos tempos de hoje não é tão fácil encontrar pessoas que restaura peças como, bens imóvel, móvel, retrato e até quadros que valem fortuna, e essas pessoas se dar o nome de restaurador.

Restaurar algo precisa de criatividade, e uma certeza de que tudo será como antes, sem poder mudar sua originariedade. Mas muitos fazem a restauração por pessoas artística, ou por pessoas que tinham habilidade manual e com esta pratica, gerou muitos danos a certas restauração que foram irreparáveis, temos que ter respeito pela autenticidade da obra, a restauração deve restabelecer a obra de arte, e sempre sem cometer uma falsificação artística ou uma falsificação histórica, e sem apagar as marcas do transcurso da obra de arte, através do tempo.

Mas o que precisamos mesmo é preservar tudo e todas as coisas, para não precisar de restauração, os monumentos históricos que às vezes com o tempo e com o sol é preciso de uma restauração, ou seja, dar um toque especial em sua beleza mais sem tirar sua originalidade.

Hoje é tempos de uma arquitetura moderna, mais ainda existe lugares que preserva a sua arquitetura medieval e com isso torna-se um lugar de destaque para quem gosta de apreciar a arte, preservar é cuidar, é zela, tudo em nossa vida precisa de cuidado, é cuidar do que você tem a muito tempo, é saber dar valor aos valores, pois nada do que se constrói hoje é como antigamente.

Em uma construção se colocava o mesmo material que é hoje, só que o tijolo não é tão resistente como os de antigamente, o piso não são como antigamente, e por ai vai, nada é tão bom como os de antigamente em outras palavras o que é antigo é o bom.

As louças de porcelana antiga ainda aos olhos de muitos são o que há mais belo, por isso que devemos preservar e conservar o antigo. Até mesmo as nossas vidas já não são mais como antigamente, como: a educação, o lazer, a segurança, as festinhas, as musicas. Ainda temos tempo de salvar o mundo, de rever nossos valores.


Waldiney Melo

Título: A conservação e restauro de antiguidades

Autor: Waldiney (todos os textos)

Visitas: 6

811 

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Comentários     ( 5 )    recentes

  • SophiaSophia

    22-04-2014 às 15:25:41

    A Rua Direita acredita que quando essas peças estão bem conservadas, ficam lindas expostas nos lugares. Ao visitar museus é fácil identificá-los, parecem como novas, mas nada, foram apenas restauradas.

    ¬ Responder
  • Dino Lite BrasilDino Lite Brasil

    11-07-2012 às 15:07:27

    Prezado Waldiney, bom dia!

    Conheça uma novidade para colecionadores:

    http://dinolitebrasil.blogspot.com.br/2012/05/colecionadores-dentro-do-universo-dino.html

    Muito obrigada, abraços!

    ¬ Responder
  • AntonioAntonio Gabriel

    28-06-2012 às 14:13:39

    Alguem tem ideia do preço de moedas antigas, em bom estado de conservação?

    ¬ Responder
  • João Marcos de O. RamosJoão Marcos de O. Ramos

    08-01-2012 às 12:27:14

    Oi Rafael, bom dia.
    Vc só vende as 3 juntas ? Na realidade gostaria de achar uma coluna para colocar no meu apto, ou seja 5 metros é bastante coisa, teria que cortá-la. Vc poderia me enviar fotos ? Obrigado.

    ¬ Responder
  • RafaelRafael

    08-12-2011 às 18:45:43

    Olá
    Tenho três colunas antigas em ferro fundido com altura de 5 mt.
    Se houver interesse entrar em contato no 11 78862075.
    Atenciosamente
    Rafael Jandandreia

    ¬ Responder

Comentários - A conservação e restauro de antiguidades

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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