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Companhias de design para o seu jardim

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Bricolage Jardim
Comentários: 1
Companhias de design para o seu jardim

Os espaços exteriores da uma noradia ou vivenda são de extrema imprtãncia para os seus moradores e pessoas que a visitam ou passam perto.

Tal como a decoração de uma casa revela o gosto dos donas que a habitam, o jardim, ou quintal da mesma deve ser cuidado para não estragar o aspecto da casa. Por outro lado este é um espaço onde se passa bastante tempo, em especial no verão e primavera.

Quem tem um espaço do tipo jardim junto da casa deve então encará-lo não como mera vista ou paisagem, mas, como uma área de repouso e de recreio, para o bem-estar dos que a habitam.
Na realidade o jardim, não é tão habitável como o interior da casa, mas deve mesmo assim procurar-se nele a complementaridade entre ambos, interior e exterior.




Para isso há que considerar vários factores, como por exemplo, o mobiliário, as cores, a luz, a vegetação e a decoração.E, para evitar preocupações e tempo, existem hoje, companhias de design que tratam e dão conselhos para assim, criar mais harmonia no jardim.

Deve tirar-se o máximo de partido do visual do jardim e outros espaços que o circundam.
As dicas apresentadas por elas são bastante úteis para que não se impeça a luz e o sol de entrar no interior.

Por exemplo há que pensar nas árvores, que não devem ser muito grandes, próximo das piscinas ou paredes, por causa do crescimento das raízes e ramos. Estes iriam certamente deteriorar a casa.
As árvores de folha caduca deixam entrar a luz mas por outro lado deixam caír muitas folhas. Não são aconselhadas para as proximidades de uma piscina.

Há quem adopte as plantas sazonais que permitem mudar as cores do jardim.

A relva é outro factor a ter em consideração, mas exige muto tempo para estar sempre fresca e bonita.

Nem toda a gente entende de design e decoração o que faz com que muita gente recorra já a estas companhias para decorar tanto os espaços interiores como os exteriores.

Mesmo no jardim, tudo tem que estar em perfeita harmonia para funcionar, senão corre-se o risco de tapar a luz e o sol, um bem precioso numa casa.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Companhias de design para o seu jardim

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    14-10-2014 às 13:12:35

    Muito bom! Compor um jardim nem sempre é fácil, até porque é preciso combinar muitos itens. E quando bem escolhidos, deixam o jardim bonito, em harmonia e bem agradável de ficar.

    ¬ Responder

Comentários - Companhias de design para o seu jardim

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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