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Proteja as suas plantas do calor

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Bricolage Jardim
Visitas: 4
Comentários: 2
Proteja as suas plantas do calor

Os golpes de calor afetam todo o ecossistema e os humanos não são os únicos a sofrer com este mal. As plantas, nomeadamente as domésticas, são as primeiras a acusar falta de cuidados por parte dos seus donos. As folhas que amarelecem, secam e caem são indícios mais do que certos de que algo não está bem com a planta e que, inclusivamente, poderá estar a morrer. Mas a situação pode ainda ser reversível, se tomar de imediato algumas medidas.

Assim, deve, em primeiro lugar, cortar as partes murchas, começando do exterior para o interior da planta. Depois de libertar a mesma das partes secas, coloque o vaso dentro de um alguidar com água, para o arrefecer gradualmente e regue em abundância (isto se a planta for consumidora de grandes quantidades de água). Após este passo, distribua alguma gravilha, casca de pinheiro ou pedaços de barro por cima da terra para eduzir a evaporação e, assim, manter a terra fofa e húmida. Finalmente, deve deslocar as plantas afetadas pelo sol e calor excessivos para uma zona da casa mais sombria e longe de correntes de ar (as plantas também se «constipam»). Deixe-as a repousar algumas horas e borrife-as com água, tendo o cuidado de não molhar as flores.

Na fase preventiva, ou seja, antes de se dar o golpe de calor e antes da sua planta começar a sofrer com a chegada do verão e dos dias anormalmente quentes, deve também observar alguns cuidados simples que farão toda a diferença. Desta forma, tenha disponível um sistema de rega elétrico e programável, para que o seu jardim seja regado sempre que tiver de se ausentar por muitos dias. Deve também evitar dispor os vasos em zonas muito ensolaradas. Todavia, se a tal for mesmo obrigado, procure ensombrar a zona, colocando um toldo ou uma rede sobre as plantas. Lembre-se de regar as plantas com a regularidade que as mesmas exigem e, se tiver dúvidas, enterre o dedo no vaso: se a terra estiver húmida, não é necessária uma rega; se, porventura, estiver seca, regue de imediato. Tente também concentrar as plantas num mesmo espaço, pois, ao fazê-lo, estará a «fabricar» um pequeno microclima muitíssimo favorável à manutenção da frescura das plantas. Deverá, ainda, evitar vasos de metal ou de resina sintética, pois estes materiais são bons condutores do calor e irão literalmente «cozer» as plantas. Prefira, portanto, os de barro, que permitem a respiração da terra e absorvem pouco calor. Finalmente, se houver escassez de água na zona, adapte a vegetação às características do local e plante arbustos e vegetação rasteira, que irão fixar maior humidade junto do solo.

Contribua para a preservação do ecossistema!

Isabel Rodrigues

Título: Proteja as suas plantas do calor

Autor: Isabel Rodrigues (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    13-10-2014 às 04:14:54

    Verdade! Plantas também precisam ser protegidas do calor. O que sempre fiz foi regar com água duas vezes ao dia. Vale a pena ter esse cuidado sempre!

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoLurdes

    02-09-2009 às 10:01:14

    Tenho muitas plantas em casa mas mais terde ou mais cedo acabam por morrer, será que me podia dar alguma dicas?

    ¬ Responder

Comentários - Proteja as suas plantas do calor

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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Título:Martelos e marrettas

Autor:Rua Direita(todos os textos)

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